#PlenaeApresenta: Satyanatha e o amor como espiritualidade

Conheça a história do monge que entendeu, ainda muito jovem, como estamos tudo e todos conectados por uma mesma força.

27 de Setembro de 2021



Você tem encontros diários com a sua espiritualidade? Representando o pilar Espírito, Davi Murbach - hoje, mais conhecido como o monge Satyanatha - participa da sexta temporada do Podcast Plenae explicando o que, para ele, representa a verdadeira força da fé. 


Sua história se entrelaça com a de outras pessoas, e para ele, tudo está conectado. Começou com a sua avó, Carminha se compadeceu com as dores do jardineiro que trabalhava na mesma empresa que ela, que tinha um filho com problemas no fígado.


Ela então se prontificou a levá-los ao hospital sempre que fosse necessário, mas infelizmente, uma dessas viagens foi a última, pois o menino veio a falecer. Antes de seus minutos finais, Carminha ouviu um som que ainda não conhecia: a respiração tão específica que anuncia a chegada da morte. O que ela não sabia é que, pouco tempo depois, reconheceria essa mesma respiração em seu neto, que estava com meningite sem que ninguém soubesse, e salvaria sua vida.


“Se a minha avó não tivesse ajudado o menino Valmir, eu não estaria aqui contando essa história. Isso é a espiritualidade verdadeira. Tudo se conecta e tem um motivo”, diz. Ao longo de sua vida, ele partilhou esse elo com a matriarca e frequentou diferentes igrejas. Se encontrou, pela primeira vez, já na faculdade, quando conheceu a meditação e o budismo. 


“Eu mergulhei no budismo e algo explodiu no meu coração. Eu me apaixonei pelo divino de maneira irreversível, ao ponto de ter dificuldade para lidar com o mundo concreto”, relembra. Esse mergulho irreversível na filosofia budista o fez abandonar a engenharia e seguir rumo a um monastério no Havaí, onde se tornou monge.


“Eu entrei em uma jornada que me levou a largar a carreira de engenharia para morar sete anos em um monastério. Me tornei monge e recebi o nome Satyanatha, que significa aquele que busca a essência, a verdade”, conta. Batizado com o nome que utiliza hoje, ele nunca mais olhou para trás e tem como missão de vida “manter uma vibração interna como se eu fosse uma vela acesa”, para então, partilhar essa chama com quem precisar.


“Aprendi que todas as religiões estão certas e também todas estão bagunçadas pela intervenção humana. Aprendi que a espiritualidade tem que ser vivenciada, não doutrinada, que o divino tem que ser um divino que encanta, não que julga”, conclui. Preparado para se emocionar? Então aperte o play e inspire-se nesse lindo relato, disponível no seu streaming de preferência!

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Parada obrigatória

O que te toca?

O que foi falado no Plenae em outubro

1 de Novembro de 2023


Outubro foi um mês especialmente íntimo por aqui, no sentido da introspecção, dos conteúdos que nos convidam a parar, respirar, pensar. Autoconhecimento é uma bandeira antiga do Plenae, mas nem sempre é possível direcionar tudo que escrevemos a esse tema.  

Nesses últimos dias, conseguimos quase que sem querer. E ainda te chamamos para vir juntos nessa poesia que é o ato de mergulhar para dentro de nós mesmos. Se você perdeu alguma coisa, a hora é essa de recapitular. A seguir, resumimos um pouco do que trouxemos por aqui! 


Quantos dias. Quantas noites. 

Estreou o filme “Quantos dias. Quantas noites”, realizado pela produtora Maria Farinha e com o apoio de grande time – incluindo nós, do Plenae. O curta se propõe a pensar sobre a longevidade a partir de diferentes óticas e, para isso, traz convidados muito especiais. Confira mais sobre ele aqui.


A vida após o diagnóstico

Em uma das histórias mais impactantes que o Podcast Plenae já trouxe e representando o pilar Corpo, Thais Renovatto conta sobre quando recebeu o diagnóstico do HIV, os caminhos que a levaram até a contaminação e o que fez de sua vida após o “positivo” no laudo. Vale a pena o play!


HIV é diferente de Aids

Essa é uma dúvida antiga e que, aqui entre nós, não deveria existir mais, já que é fruto de um preconceito e uma onde de desinformação antiga. Mas, pensando em ajudar quem ainda confunde os dois e inspirados por Thais, contamos mais sobre o que é cada um, o diagnóstico, o tratamento e mais!


Por trás das conquistas

Você provavelmente conhece o antigo técnico da seleção brasileira de vôlei, Bernardinho. Responsável por treinar tanto o feminino quanto o masculino, ele acumulou vitórias ao longo de sua vida, mas também erros e aprendizados que poucos conhecem. E aqui, no episódio representando Mente, ele abre o jogo


O som dos filhos 

Pensar na infância dos filhos é, principalmente, ouvir seus sons característicos. A infância ressoa, ela é mais do que um recorte no tempo, um período datado que se baseia na idade ou no desenvolvimento cerebral. Ela é, sobretudo, uma música - ou várias delas. Leia mais na crônica especial Dia das Crianças!


Nada de café com leite! 

E se o assunto é crianças, inspirados na infância do participante do podcast da semana, Bernardinho, fomos investigar quais os benefícios do esporte para a infância dos seus filhos. E mais: qual esporte é o ideal para cada idade? Confira essa e outras dicas no artigo completo! 


A dupla cheia de sabores 

Assim poderia ser definida a amizade de Claude e Batista, representantes do pilar Relações no quinto episódio do Podcast Plenae. Mas, mais do que falar sobre a cozinha, o episódio fala sobre amizade sem receitas, sobre aquilo que mora nesse laço que é invisível, mas responsável por manter junto. Vem ouvir!


Amigos, amigos, negócios à parte? 

Não! Ou pelo menos, não deveria ser essa a regra. Inspirados no episódio de Claude e Batista, escrevemos sobre as amizades no trabalho: é possível criar essa conexão nesse tipo de ambiente? Quais são os benefícios de misturar amigos e empregos? Leia mais sobre isso no artigo completo!


Temas complexos, conversa franca 

Assim foi o último episódio da décima terceira temporada do Podcast Plenae, que teve Alexandra Loras como representante do pilar Propósito. Em uma narrativa honesta e sem meandros, ela fala sobre racismo, feminismo, diplomacia e até empreendedorismo. Completo e sensível, como deve ser. 


Com tempo para amar 

A apaixonar-se na maturidade pode ser visto com receios para uns, mas para outros, como um recomeço. Um novo fôlego, um horizonte de oportunidades. Se estamos vivendo mais, o que fazer com o tempo que ganhamos? Preenchê-lo de amor não parece uma má opção. Leia mais na segunda crônica do mês!


Um gole de chá 

Em uma das passagens marcantes do episódio de Alexandra, ela cita uma de suas empreitadas de autoconhecimento: o ritual da ayahuasca. Nome dado a uma bebida usada há muito com fins religiosos e de conhecimento pessoal, o tema ainda é cercado de tabus. Desmistificamos esse conceito aqui! 


Abriu um e-mail? Respire! 

É isso mesmo que você leu: talvez você esteja prendendo a respiração diante da tela do computador e de tarefas cotidianas como ler e-mails sem perceber. O nome disso é apneia de tela, termo baseado no distúrbio apneia do sono. Ele surgiu a primeira vez em 2008 – e infelizmente, só pioramos. Leia mais sobre!


Gostou do mergulho? Esperamos que tenha sido bom para você como foi para nós! Em novembro, é claro, tem mais. E vem aí uma próxima temporada do Podcast Plenae, com participantes que inscreveram suas histórias e passaram após um longo processo seletivo. Ansiosos? Nós estamos! Nos vemos no próximo ciclo! 



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