Pessoas que são lugares

Nascemos e crescemos em um seio familiar específico que pode ou não ser um bom lugar para se estar, mas que ainda assim, será sempre um lugar.

30 de Dezembro de 2024


Nascemos e crescemos em um seio familiar específico que pode ou não ser um bom lugar para se estar, mas que ainda assim, será sempre um lugar. Ao longo da vida, vamos criando outros pequenos lugares, pessoas escolhidas a dedo, seja por afinidade ou pelas circunstâncias, mas que vão se tornando uma espécie de endereço para nós, uma bússola que nos aponta para onde ir.

Ao lado dessas pessoas-lugares, encontramos de tudo um pouco. Risadas para enfrentar os muros que se impõe ou apenas para eternizar uma piada. Um abraço apertado que te puxa para dançar ou para partilhar um silêncio repleto de palavras invisíveis. Uma crítica que te catapulta para uma versão ainda melhor de si mesmo. E sobretudo, nos encontramos constantemente porque, quando nos perdemos de nós mesmos, elas nos guiam de volta.

Essa companhia nos oferece ainda várias mãos disponíveis para erguer sonhos desses que só tijolo e argamassa não dão conta. Que conduzem a lugares mais altos e seguram se a queda for iminente. As ideias coletivas que, quando se somam, possuem a força de uma onda e a sensação impagável de pertencimento e conquista quem só quem cruza a linha de chegada acompanhado é capaz de sentir.

Esses laços valiosos são o que costuram a vida com um fio de ouro quase imperceptível, mas que mantém tudo atado. Entrelaçam, ajustam, apertam, aproximam. Não há tchau capaz de desatá-lo porque, ainda que se perca o contato, já virou parte daquilo que compõe a sua própria história.

Essa crônica, afinal, é sobre as relações e sobre como elas fazem com que a trajetória tenha mais cor e nunca perca o sentido. Esse não é um texto sobre as portas que se fecham, mas sim sobre as janelas que se abrem quando somos fortalecidos pelos que caminham ao nosso lado.

Só é possível acreditar em recomeços quando não se está sozinho e cultivar esse pilar são os votos mais sinceros da equipe do Plenae, que acredita com a força de um mantra no que o poeta cantou: é impossível ser feliz sozinho!

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Para Inspirar

Qual é a idade ideal?

Se você tivesse uma pílula que pudesse parar o envelhecimento biológico, em que idade você a tomaria?

17 de Julho de 2018


Se você tivesse uma pílula que pudesse parar o envelhecimento biológico, em que idade você a tomaria? Essa é a pergunta que o gerontologista da Universidade de Chicago, Jay Olshansky, de 63 anos, vem fazendo. O pesquisador investiga como retardar o processo de envelhecimento, estudando temas como a genética de indivíduos de vida longa. E ao que parece, cada um tem a sua idade ideal. Ele perguntou primeiro aos seus alunos. Muitos acham que aos 30 anos já se é velho demais, então tomariam a pílula aos 20. Depois perguntou para o pai, de 95 anos, que escolheu os 50 anos por ter sido a melhor fase da vida: os filhos já estavam adultos e ele, com boa saúde. Para Olshanky a melhor idade é agora, aos 63. “Mas se tivesse de escolher o ano perfeito, provavelmente também seria os 50, porque ainda não tinha começado a ter pequenas dificuldades e dores”, explica. Idade perfeita. Pesquisadores, como o gerontologista, estão tentando entender os mistérios da longevidade e em que idade nos sentimos melhor e porquê. Eles medem os níveis de preocupação e estresse, a disposição para se divertir, em momentos diferentes de nossos anos de vida. Os cientistas possuem a esperança de que, se as pessoas alcançarem satisfação com a vida em uma certa idade, elas podem servir de referência para o resto de nós. Mas, essa época varia de acordo com as experiências de vida dos indivíduos. Essa exploração no mundo da ciência e da saúde está colocando um foco mais concreto na questão aparentemente inescrutável da idade perfeita. Algumas de suas descobertas podem nos surpreender. Muitas pessoas de 50 anos não querem ter 30 anos. Os indivíduos de setenta estão entre os mais satisfeitos, talvez porque também estão entre o grupo visto como “pouco aflito com o tempo”. Menos surpreendente é que ninguém, independentemente da idade, quer parecer ou sentir-se velho. Não por outro motivo, os cremes antienvelhecimento vendem tão bem. Há uma idade melhor do que o resto? Não, diz Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade de Stanford. “Existem muitas variáveis”, diz ela. Para algumas pessoas, a idade perfeita é quando nossas oportunidades são maiores. Para outras, quando possuem maior satisfação com a vida. Há ainda quem relaciona a melhor idade com o melhor desempenho físico ou quando ainda possuem por perto a maioria dos amigos – em seus 20 ou 30 anos. Leia o artigo completo aqui. Fonte: WSJ Síntese: Equipe Plenae

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