O quinto episódio da décima sétima temporada fala sobre uma mãe que, depois de colher tantos aprendizados, decidiu dividi-los com o mundo.
4 de Novembro de 2024
O que é ter uma vida perfeita? Para a influenciadora digital Marcela Barci, o conceito era bastante simples: teve tudo o que queria em uma vida de privilégios e cujo objetivos foram sendo alcançados. Mas então, o maior desafio de sua vida se apresentou aos 27 anos: o diagnóstico de autismo das suas gêmeas, Sofia e Pietra.
Representando o pilar Relações, prepare-se para se emocionar com a maternidade atípica e real de Marcela Barci, que de tanto colher aprendizados ao longo de sua jornada sendo mãe de três meninas, sendo duas autistas, ela decidiu de forma generosa e honesta com os seus seguidores e indiretamente acolheu tantas mães por aí.
Primeiro, veio a primogênita Valentina em uma gestação saudável e ainda jovem, aos 23 anos, como ela sempre sonhou. Um ano depois, mais uma gravidez para somar a família e então o primeiro susto: eram gêmeas. “Foi uma gravidez tensa. Primeiro, por descobrir que eram dois bebês. Segundo, porque eu tive vários sangramentos que me deixavam apavorada. E terceiro, porque eu precisei fazer repouso total por quase três meses, até a Sofia e a Pietra nascerem, de 37 semanas”, relembra.
Mas a parte mais tensa ainda estava por vir. Foi ainda aos 9 meses que Marcela começou a desconfiar de algo errado. Era inevitável a comparação com a Valentina, já que a diferença de idade era pouca. “Eu achava muito estranho que as gêmeas não me olhavam. Por exemplo, na soneca da tarde, quando eu ia acordar a Valentina, ela já olhava pra mim e dava um sorriso. Nunca tive isso com a Sofia e com a Pietra. As duas não olhavam no meu olho em nenhum momento, nem quando a gente estava lá, cara a cara. Quando eu chamava pelo nome, elas nem me respondiam”, conta.
As tão temidas pesquisas no Google começaram e a confusão e o medo se instauraram. Até que Marcela conheceu Suzana Gullo, outra influenciadora e mãe do Romeo, uma criança autista. Suzana abriu todos os caminhos que Marcela precisava e até acompanhou ela em sua primeira consulta. Todas as conversas iniciais mais difíceis, ela esteve lá para tranquilizar e auxiliar.
As batalhas seguintes ficaram por conta não só das limitações físicas e cognitivas das gêmeas, mas do emocional da família envolvida - tanto Marcela, que temia um preconceito que ela mesma se viu propagar, mas também do pai, tios, avós e da pequena Valentina, que se sentiu de escanteio em alguns momentos até que todos aprendessem a lidar com a situação.
“Eu e a Valentina também fomos para a terapia, é claro, e encontramos o nosso espaço nessa dinâmica familiar. Em vários momentos, ela chegava em casa e queria me contar uma coisa que aconteceu na escola ou alguma história, mas eu estava sempre ocupada com a Sofia e com a Pietra. Outro dia eu tinha que sair correndo e ela me falou: “Mamãe, sabe qual que é o meu sentimento? De raiva, porque você foi ficar com a Sofia e com a Pietra em vez de ficar comigo’. E eu falei: ‘Filha, você está certa. A próxima vez a mamãe não vai fazer isso. Você vai junto comigo e a gente vai conversar e explicar para suas irmãs que agora é o seu momento’”, revela Barci.
Aos poucos, a família foi bebendo de muitas fontes e encontrando o seu caminho para lidar com uma situação que não deve ser romantizada, mas nem tampouco demonizada. E é isso que Marcela busca todo dia mostrar para os seus seguidores, influenciando positivamente tantas outras pessoas. O resto da história você confere ouvindo o episódio completo, disponível aqui em nosso site ou em plenae.com! Prepare-se para uma jornada sem retorno. Aperte o play e inspire-se.
Parada obrigatória
Especialista na arte da negociação, Ury foi um dos convidados do evento Plenae em 2018, e revela passos simples para conseguir o sim
10 de Março de 2021
Em maio de 2017, o Plenae promoveu um evento que reuniu diversos especialistas para tratar de assuntos múltiplos, todos conectados a um - ou mais - dos nossos seis pilares. O encontro, realizado na cidade de Sintra, em Portugal, tinha como objetivo também celebrar os 80 anos de Abilio Diniz.
O sucesso foi tanto que ele voltou a se repetir em maio de 2018, dessa vez, na cidade de São Paulo. Você confere os vídeos aqui no nosso site , mas também no nosso canal do Youtube . Apesar de terem ocorrido há 2 ou 3 anos, os temas são bastante atuais e atemporais.

William inicia sua apresentação revelando que sua paixão desde a infância é ajudar as pessoas a chegarem ao sim. A união dessa vontade com a sua definição de negociação bastante simples e ampla - “é uma comunicação de mão dupla” - podem ser algumas das explicações para o seu sucesso.
Para ele, a negociação não é somente a que envolve tributos financeiros. Assim como as decisões diárias que tomamos , também estamos sempre em constante negociação, seja com a nossa família, amigos, trabalho ou nos nossos relacionamentos em geral. Pensar em suas negociações diárias pode ser um bom exercício para enxergar o movimento com a clareza que ele pede.
O acadêmico ainda traz duas novas provocações: quanto tempo você acha que gasta tentando chegar a um acordo? Se pensar nos últimos dez anos, você acha que a sua quantidade de negociações aumentou ou diminuiu? Para a primeira pergunta, ele nos lembra que negociamos muito mais do que pensamos, pois isso ocorre do momento em que acordamos até o momento em que vamos dormir.
Já para a segunda, se a sua impressão foi a de que suas negociações aumentaram com o tempo, você está correto. “Isso é o que eu chamo de Revolução da Negociação e ela está acontecendo em todos os países, porque nós, indivíduos, empresas ou sociedade, estamos tomando muitas decisões, e elas afetam diretamente nossas relações, portanto, são negociadas a todo o tempo” explica.
Os três passos para o sucesso
Em continuação, Ury define que negociação é como uma caça ao tesouro: buscar por um acordo que pode trazer valor é como achar ouro. “Imagine que há três chaves e você precisa ir a 3 cômodos, cada um com uma chave. O que eu quero fazer aqui é compartilhar essas três chaves com vocês”. O então apresentador pede que os ouvintes imaginem uma negociação que estejam enfrentando em sua vida.
E quais são essas chaves para abrir esses “cômodos”?

Conteúdos
Vale o mergulho Crônicas Plenae Começe Hoje Plenae Indica Entrevistas Parcerias Drops Aprova EventosGrau Plenae
Para empresas