O Plenae Apresenta a história de Claude e Batista, representantes do pilar Relações na décima terceira temporada do Podcast Plenae!
16 de Outubro de 2023
Amigos são a família que podemos escolher. Pesquisas apontam que ter amigos faz bem para a saúde, de tão potente que é essa relação. Pode até ser mais difícil estreitar os laços com o passar dos anos e, por isso, tendemos a achar que a vida adulta não nos reserva mais nenhuma surpresa nesse aspecto.
Mas, estamos errados. Os chefs Claude e Batista são a prova viva disso. Representando o pilar Relações na décima terceira temporada do Podcast Plenae, mergulhamos na história dessa amizade improvável, que virou uma verdadeira irmandade.
Claude, diretamente de uma pequena cidade na França, e Batista, diretamente do interior da Paraíba, se conheceram já adultos, mas foi o passar do tempo que mostrou como essas diferenças somavam nessa relação e que haviam mais semelhanças do que poderia parecer.
Para ambos, a gastronomia surgiu ainda na infância e a cozinha se tornou um lugar comum, de paz e ofício, cada um em seu país. Foi quando Claude pisou em terras tupiniquins que a história de ambos se cruzou. Apaixonado de cara pelo Brasil, o chef francês fez do Rio de Janeiro a sua morada e a de sua família, que começava a nascer.
Já o Batista foi ficando pelas areias cariocas depois de uma viagem com o seu avô. Ao conseguir um emprego, decidiu que não voltaria mais à Paraíba. E esse emprego era nada mais, nada menos, do que no pequeno restaurante que Claude abriu com todas as suas economias e que levava o nome de sua cidade natal, Roanne.
“Duas vezes por semana, o Batista ia comigo comprar peixe em Niterói. Todo mundo ia pra casa depois do expediente, de madrugada. Mas a gente ficava no restaurante, porque tinha que estar em Niterói lá pelas 5 da manhã. A gente ia com a minha Belina velha. O Batista dizia que parecia o carro dos Flintstones. Um dia, a Belina quebrou na ponte Rio-Niterói e ele até precisou empurrar enquanto eu tentava fazer pegar. Às 8h30, a gente tava de volta ao restaurante com os peixes. Só então ia pra casa dormir um pouco, mas às 4 e meia da tarde tava lá de novo, para começar o turno da noite. Nossa amizade começou assim, no trabalho duro”, relembra Claude.
De parceiro de trabalho, Batista virou intérprete de Claude, que ainda não falava bem o português. Ali começava a brotar uma relação de confiança e parceria. Dos eventos fechados ao forró pós-expediente, eles não se largaram mais. Até que os territórios televisivos começaram a chegar e uma nova etapa dessa relação estava para começar.
“Por causa da televisão, eu viajei pra fora do Brasil pela primeira vez. A gente passou 10 dias em Nova York para gravar e eu fiquei impressionado com a beleza da cidade. Na Times Square, tinha uns telões lindos, passando várias coisas. Uma hora, mostraram eu e o Claude. Era uma ação de publicidade. Quando eu vi, eu chorei muito. Veio toda a lembrança das minhas origens”, diz.
Você confere o resto deste relato emocionante no quinto episódio da décima terceira temporada do Podcast Plenae. Ao ouvir, pense naquele seu bom amigo e valorize essa relação. Ela vale mais do que muitas por aí! Aperte o play e inspire-se!
Parada obrigatória
O que foi falado no Plenae em abril
2 de Maio de 2023
Nós sabemos: esse título é provocador e pode mexer em algumas caixinhas internas suas. Mas acredite, Relações é um pilar tão importante quanto qualquer outro e demanda trabalho e empenho. Para manter os laços apertados, é preciso reajustá-los o tempo todo. Seja a sua relação com o próprio corpo, com os seus familiares, com a sua mente e sua alimentação, com a sua religião e até suas diferentes formas de demonstrar apego.
Em abril, também tivemos os últimos dois episódios da décima primeira temporada do Podcast Plenae. Em Relações (olha ela de novo!), conhecemos a história de Adriana e Giovanna mergulhamos nessa maternidade não tão convencional para nos lembrar, mais uma vez, que os desafios de uma mãe são vários - e os de uma filha também.
Também relembramos a máxima de que o sucesso é bom, mas ele não pode ser tudo junto com o publicitário Nizan Guanaes, que descobriu isso na prática. No último episódio, representando o pilar Espírito, conhecemos um pouco mais sobre o ser humano por trás do profissional e a revolução que Guanaes teve que fazer em sua vida para se reconectar consigo mesmo. Vem ver o que mais rolou por aqui!
| A ciência do maternar Inspirados pelo episódio de Adriana e Giovanna, fomos investigar o que a ciência já sabe de fato e de mais curioso sobre a maternidade. Às vésperas do mês das mães, mergulhamos em fatos que vão desde a linguagem até mesmo o nosso DNA e nossos gostos. Vem entender mais sobre o assunto! |
| Bê-á-bá da religião Em seu relato, Nizan Guanaes conta que a religião foi um dos seus alicerces desde a infância e foi o que o ajudou nesse processo de cura e reconexão. Por isso mesmo, ele representa o pilar Espírito. Mas o que define uma religião? Qual a importância dessas crenças para a sociedade? Fomos investigar esse tema. |
| De volta para o passado Revisitar velhas sensações - ainda que elas tenham acontecido apenas na sua mente. Querer morar nesse passado, onde não há desconhecido e, portanto, não há desafios. Todas essas sensações fazem parte de um guarda-chuva maior: a nostalgia. E é sobre ela que refletimos na primeira crônica de abril. |
| O conhecimento liberta! E é pensando nisso que mergulhamos em temas profundos no Tema da Vez. Em abril, fomos entender um pouco mais sobre os povos originários, em homenagem ao Dia dos Povos Indígenas, celebrado dia 19. Quais são os novos termos, os velhos desafios e as projeções futuras desse povo que é parte do nosso DNA? |
| O que você está lendo? Autoajuda? Romance? Ficção? Economia? Até mesmo um livro de culinária conta, o importante é não parar de ler. Em homenagem ao Dia Mundial do Livro, dedicamos a segunda crônica de abril para esse objeto, que pode facilmente ser comparado a um portal para outros mundos, realidades e possibilidades. |
| Você é o que você come - e o que você sente Já te contamos neste Tema da Vez sobre a relação entre o nosso intestino e o nosso cérebro. Mas o que os cientistas agora estão pesquisando é como nossa dieta e nossas escolhas alimentares podem influenciar positivamente ou negativamente nos sintomas de depressão. |
| Não se apega, não! Ou se apega sim. Só depende de você e dos seus objetivos de vida! Mas, da mesma forma que existem diferentes linguagens do amor, como te contamos aqui, há diferentes tipos de apego também. E entender essas linhas é importante para que a comunicação entre seus afetos seja mais transparente. |
| Hora da dica! |
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Se abril foi o mês das relações por aqui, que a nossa relação entre Plenae e você esteja cada dia mais próxima! Nos vemos em maio.

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