O Plenae Apresenta a história de Carmem Virgina, representante do pilar Espírito na décima terceira temporada do Podcast Plenae!
18 de Setembro de 2023
O quanto você conhece do seu passado? Carmem Virginia, a representante do pilar Espírito da décima terceira temporada do Podcast Plenae, mergulhou em suas origens depois de um chamado.
Candomblecista desde criança, Carmem conta ter sido criada pela sua avó, uma pessoa espiritual em suas atitudes. Mas, o contato com a religião de fato se deu graças a uma questão geográfica: aos seis anos de idade, Carmem se mudou para uma outra cidade e, em sua nova vizinhança, uma surpresa.
“Dona Maria Rodrigues Pinto era mãe de santo e conhecida na rua como “vó Lô”, porque ela benzia as crianças. Ela era uma criatura muito boa, muito altruísta, muito admirável. Por causa da dona Lô, eu comecei a frequentar o terreiro. Ninguém da minha família ia, só eu. Eu adorava ouvir as histórias que aquela senhora contava sobre a África, sobre os negros e principalmente sobre os orixás, que são as divindades do candomblé”, relembra.
O encontro inicial foi tão transformador que de cara Carmem Virginia se encantou. “Era MUITA comida, era MUITA alegria, era MUITA risadagem. Ao mesmo tempo, era algo introspectivo. O terreiro tinha cheiro de alfazema, cheiro das ervas que dona Lô amassava nas mãos para fazer os banhos, cheiro dos galinhos de arruda ou de pião roxo, que ela usava para benzer os nossos corpos”, relembra.
O que ela não esperava era uma convocação que logo chegou, de surpresa e para nunca mais se esquecer. Com o tempo e amadurecimento, essa convocação se tornou mesmo uma vocação que ela levaria para a vida e guiariam todos os seus caminhos, não só religiosos, como profissionais e pessoais.
Mas, o que será que aconteceu por lá, afinal? Você descobre ouvindo o episódio completo, disponível em nosso site e também no Spotify. Aperte o play e inspire-se!
Na décima temporada do Podcast Plenae, inspire-se com a maternidade sincera de Thaís Bastos.
13 de Novembro de 2022
Toda relação é complexa - isso é parte da vivência humana. Dentre elas, a maternidade é, muitas vezes, romantizada. E é preciso falar sobre isso. O período que para muitas pode ser um sonho, para outras, há desafios emocionais envolvidos praticamente intransponíveis. Nesse momento, é crucial deixar de lado todos os tabus e preconceitos para servir de rede de apoio a uma mulher potencialmente fragilizada.
Thaís Bastos, mãe de 4 filhos, foi pega de surpresa pelo próprio emocional quando se viu com depressão pós-parto. Como é possível sentir um turbilhão de emoções que te jogam para baixo em um momento que deveria ser de pura alegria, segundo o senso comum?
Isso acontece pois trata-se de uma experiência individual, tanto química quanto emocional. O corpo da mulher vai responder diferente para cada uma delas - ou cada uma das gestações, como foi o caso de Thaís. Falar sobre isso é importante, pois pode ajudar outras que se encontram na mesma situação.
E foi isso que Thaís fez com bravura e doçura na mesma medida, dividindo seu relato íntimo para acolher todos os ouvintes que possam estar passando pelo mesmo. Entre nessa história sem julgamentos e de coração aberto. Aperte o play e inspire-se!
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