Parada obrigatória

Os primeiros mergulhos do ano

O que foi falado no Plenae em janeiro

1 de Fevereiro de 2024


Os primeiros mergulhos do ano
Os primeiros mergulhos do ano
Ah, nada como os ares frescos de um ano que acabou de começar! O clima de renovação está no ar e todos à nossa volta estão cheios de gás para colocar os seus planos em prática, em um movimento que é contagiante. Pensando nesses ventos positivos, dedicamos o mês de janeiro a trazer assuntos que pudessem contribuir de alguma forma. 

Por aqui, passaram temas como saúde mental, reconexão com os filhos, como colocar suas metas em prática e muito mais! Já estamos prontos para receber o mês da folia, que é fevereiro, e com um spoiler muito especial: já estamos preparando a próxima temporada do Podcast Plenae!  
Aperte o pause 
Sempre sugerimos “aperte o play” por aqui, seja em um novo episódio do Podcast Plenae ou em algum plano que pode estar só esperando o chute inicial. Mas, às vezes, tudo o que precisamos é de um pause. Como saber quando o seu cérebro está pedindo por essa pausa? Te contamos por aqui os sinais de alerta! 
Nova personalidade 
Para além do meme “qual personalidade vou escolher para essa situação”, há um estudo científico que diz: há personalidades que realmente podem te ajudar. Mas no quê, exatamente? E quais são elas? São cinco, para sermos mais exatos, e em algum nível, elas podem ser “forçadas” para acontecer. Entenda mais sobre o tema!   
Hablou! 
É preciso falar sobre saúde mental - isso já é um fato consumado. Mas, mais ainda, falar com as novas gerações. Os jovens atuais vivem uma situação sem precedentes: nasceram e cresceram diante de telas, que já sabemos ser potencialmente prejudiciais para as emoções. Como acessá-los então? Veja mais! 
Não me deixe esquecer… 
… Que o melhor lugar do mundo é aqui e agora. Quando pensamos em gratidão, costumamos pensar grande e nos esquecemos de olhar para o que verdadeiramente compõe os nossos dias: as miudezas. No dia da gratidão, pensamos sobre a atitude que é ser grato perante a vida sempre. Inspire-se! 
Comer para viver 
E não viver para comer. Esse deve ser o lema que norteia a nossa alimentação: ingerir aquilo que é de verdade e até nos sentirmos satisfeitos. Mas, para algumas pessoas, isso pode ser tarefa difícil, pois sofrem da chamada compulsão alimentar. Conversamos com um especialista para entender os sinais e o que fazer a respeito! 
O caminho das metas 
A sensação de dar um check satisfatório em uma meta é indescritível, mas o caminho até lá pode ser tortuoso. Nesse começo de ano, conversamos com uma neurocientista para entender melhor como traçar metas possíveis e, assim, realizá-las antes do ano acabar. É melhor começar ainda em janeiro! 
Recalculando a rota 
E pensando nas metas, é impossível não falar deles: os hábitos! Como mudá-los? Por que isso é importante? Separamos seis dicas baseadas em conteúdos anteriores que já rolaram aqui pelo Plenae, mas que valem a pena serem revividos. Afinal, é sempre tempo de buscar sermos a nossa melhor versão.  
O que eu estava falando?  
Você já esqueceu o que estava falando ou teve dificuldade para lembrar o nome daquele ator? Isso é normal, afinal, o nosso cérebro não dá conta de armazenar a quantidade massiva de informações que trazemos para ele todos os dias. Mas quando o nosso esquecimento se torna preocupante? Te contamos aqui! 
Aquece e alonga 
Estica e sua. Para na pose enquanto transpira. Foco e concentração com os aquecedores ligados: esse é o hot yoga, o exercício queridinho do momento. Conversamos com uma praticante e dois instrutores diferentes para entender qual é a diferença dessa modalidade e seus benefícios específicos!
 
A positividade menstrual 
Você já ouviu falar nesse termo? É o nome que se dá ao movimento que busca  quebrar tabus e estigmas associados à menstruação, buscando encorajar conversas abertas e saudáveis sobre o ciclo menstrual e, assim, mudar culturalmente como encaramos esse período tão natural quanto qualquer outro. Te contamos mais no post completo.
Oração para o verão 
Um mês já se passou e dois meses estão por vir, preenchidos com dias quentes e chuvas fortes - nada morno, nada pouco, pois é a intensidade que rege essa estação. Estamos falando do verão, que desagrada alguns e encanta outros, mas que jamais passa despercebido. Inspire-se com a nossa crônica temática! 
Fazendo as pazes 
A parentalidade é recheada de momentos lindos e boas memórias. Mas os desafios, é claro, são igualmente presentes. Pais e mães, todos os dias, passam por situações que geram ruídos na comunicação e criam rusgas na relação. Esses afastamentos, apesar de normais, têm solução - e te trouxemos dicas aqui.  
A juventude que ora 
A religião evangélica mora no imaginário popular de muitos como seguidores fervorosos e, porque não, mais velhos. Mas, há uma nova leva de jovens que têm buscado se atrelar ao dogma, deixando antigos preconceitos no lugar onde eles pertencem: no passado. Conheça mais desse movimento aqui! 
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa 
Trabalho e propósito podem sim caminhar juntos, mas nem sempre essa é a realidade. Pode ser que, em algum momento, você apenas se conforme com uma função mais mecânica e busque significado em outras coisas na sua vida. E não há nada de errado nisso! Afinal, faz sentido atrelar missão e profissão? Leia mais! 
Pode vir carnaval, um pouco mais de verão e um mês sazonalmente mais longo: estamos preparados para te receber, fevereiro, e como sempre, com conteúdos cujo objetivo é sempre nos levar adiante, para um lugar individual maior e melhor. Nos vemos por lá? 

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#PlenaeApresenta Emar Batalha e a persistência como degrau

Na décima quarta temporada do Podcast Plenae, conhecemos como a persistência move montanhas e desvia caminhos em Contexto.

18 de Dezembro de 2023



Quantas vezes é possível se reerguer depois de cair? Isso vai depender das condições impostas e da sua resiliência. Esse último fator está intimamente ligado às experiências que você foi exposto e como elas constituíram que você é hoje. No caso de Emar Batalha, o seu sobrenome dá o tom: por trás da vida de sucesso que hoje ela alcançou, há uma história de luta que faz parte do seu DNA para sempre.

Ela é parte das estatísticas de quem cresceu com pai ausente. Mais do que isso, um pai ausente que, quando ela tinha apenas 11 anos, assassinou sua mãe por ciúmes, mais um crime de feminicídio para a conta de um país que acumula esses tristes números, cada dia mais.

“Meu pai foi preso, mas ficou menos de um ano na cadeia. Quando ele saiu, vendeu tudo que tinha no Espírito Santo e na Bahia e foi embora pro Pará. A gente ficou abandonado à própria sorte e passou a viver de favores dos amigos. A única refeição garantida era na escola. Em casa, a gente comia muito macarrão com farinha, quando tinha”, relembra.

Em meio a esse luto intenso e precoce, Emar conheceu ainda a face feia da fome e logo começou a trabalhar, assim como todos em sua família, mesmo os mais jovens. Mas, havia nela uma chama que faria a diferença no futuro: a seriedade com que ela levava os estudos.

“Um diferencial meu em relação à minha família era que eu entendia o valor da educação. Eu fiz um curso técnico de contabilidade e passei no vestibular de ciências contábeis. Meus irmãos de Vitória me ajudaram a pagar as primeiras parcelas da faculdade, e eu consegui um emprego numa indústria de celulose. Para conciliar o trabalho com os estudos, eu viajava quase 400 quilômetros toda semana. Eu ia de ônibus ou pegava carona na estrada, para economizar”, conta.

Emar era movida por um ideal: viver bem como os dias em que viveu com a mãe dos seus irmãos por parte de pai. Dias em que ela conheceu elevador, shopping e comida na mesa. A convite de uma amiga, começou a vender bijuteria e logo viu que essa podia ser uma empreitada rentável. Largou o seu então emprego e se dedicou a esse nicho.

Tudo ia bem, não fosse a tendência psicológica de todo ser humano em reproduzir situações traumáticas vividas na infância. Mesmo atingindo sucesso e se tornando design de joias, Emar vivia presa a um relacionamento tóxico e com tendências violentas, um drama bem familiar a ela.

“Aos 29 anos, eu não aguentei mais tanta violência, e me separei. Eu já tinha loja em Colatina, e decidi refazer a minha vida em Vitória. Na capital, eu comecei a entender que eu poderia ser mais do que uma vendedora. Eu poderia ser uma designer de joias. Eu já sabia muito sobre o mercado e conhecia as fábricas e os ourives. Eu fiz alguns cursos técnicos de desenho e passei a comprar um monte de revistas importadas. As minhas peças bombaram”, revela.

Ela se aproximou de figuras famosas, como a Preta Gil, e seus negócios decolaram – não sem muito sacrifício, afinal, ela foi assaltada pelo menos três vezes. Foi quando chegou 2020 e, com ele, a pandemia de covid-19. Emar e seu marido foram um dos 100 primeiros contaminados e, durante sua recuperação, ela se isolou em sua casa no Guarujá.

Foi aí que ela conheceu o seu verdadeiro propósito: ajudar outras pessoas, mais especificamente, outras mulheres. O que começou com a produção de marmitas para aqueles que mais precisavam virou um Instituto sólido que leva capacitação e empodera àquelas que mais precisam desse empurrão.

O resto da história você confere no episódio completo, que representa o pilar Contexto e fecha com chave de ouro a décima quarta temporada do Podcast Plenae. Aperte o play e inspire-se!

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