Parada obrigatória

É tempo de relembrar!

O que foi falado no Plenae em 2021!

21 de Dezembro de 2021


Dezembro chegou, o mês que encerra um ciclo para que outro possa se iniciar. É também o mês onde costumamos relembrar tudo que vivemos nos últimos 365 dias e nos programamos para pensar o que esperamos do próximo ciclo. Metas, objetivos, sonhos e propósitos são renovados para uma próxima temporada de nossas próprias vidas. 

Aqui no Plenae, escolhemos homenagear tudo que vivemos em 2021 na nossa última newsletter do ano. Em Corpo, produzimos 24 matérias - sendo que muitas delas também se relacionam com outros pilares. Falamos de quanto sono realmente precisamos, como ter mais vitalidade e imunidade e até de saudades - e seus efeitos, é claro! 

Investigamos, sob a ótica do medicamento, se a risada e os exercícios físicos podem ser verdadeiros remédios, e ainda estivemos por dentro das últimas tendências e novos conceitos, como a fórmula MAP, a medicina do amanhã, a febre dos exames de DNA e o mindful eating.
Desmistificamos conceitos como a dismorfia corporal, entendemos mais sobre os benefícios para a nossa saúde, de uma bola de pilates ao animal de estimação, e entendemos mais sobre os 9 tipos de inteligência possíveis. Nos perguntamos como entrar na maturidade com o pé direito, como a arte afeta o nosso cérebro e como o sono pode afetar nossas emoções. 

Por fim, esmiuçamos a diferença do corpo de um atleta para um sedentário e identificamos os sinais que o nosso corpo apresenta para nos dizer que estamos estressados. Apresentamos também nomes como Lorrane Silva e João Carlos Martins. 

Em Mente, foram 30 matérias, artigos que conseguiram abraçar também outros pilares. Começamos o ano homenageando a campanha Janeiro Branco e falamos sobre qual é a diferença entre psicologia, psiquiatria e psicanálise, além de entendermos qual é a melhor forma de falarmos sobre saúde mental para as novas gerações. 

 
Tocando em pontos cruciais para o autoconhecimento, falamos sobre autoestima, gerenciamento de emoções, os diferentes tipos de mal-estar da nova era e sobre a solitude e o silêncio da pandemia. Buscamos explicar os caminhos possíveis para tomar melhores decisões e identificar se a sua criatividade pode estar em crise. 

Dentro das novidades, contamos para nosso leitor quais são as siglas do novo momento que buscam explicar nossos sentimentos - e fizemos isso duas vezes! - além de falar mais sobre o calm-tainment e o doomscrolling. Ainda apresentamos também nomes como Sandra Chemin, Fernanda Lima e Duda Schietti para te inspirar!

Em Espírito, foram 13 temas quentinhos para te reconectar com a sua espiritualidade. Te contamos mais sobre o ritual havaiano Ho’oponopono, a Biofilia, a terapia Ayurvédica, o Estoicismo e a Meditação Transcendental. E se o assunto é meditar, também te ensinamos alguns passos simples que vão transformar a prática em rotina. 

 

Investigamos qual é o propósito da religião em nossas vidas, quais são os efeitos da fé no nosso cérebro e como aplicar os conceitos da antroposofia em seus dias. Te apresentamos ainda uma Fafá de Belém, um Satyanatha e uma Isabella Fiorentino que você nunca viu!

Em Relações, 18 tipos de assuntos passaram por aqui! Abilio Diniz, nacionalmente conhecido, contou sobre sua paternidade e esse lado pai pouco explorado em artigos por aí. Ainda sobre o mesmo tema, fomos entender como a masculinidade tóxica pode afetar a vida dos pais que buscam colocar em prática uma paternidade mais afetiva.

Falamos sobre amigos, sobre a culpa materna e até sobre animais de estimação. Conhecemos um pouco mais sobre a família Gil, sobre a prática do sharenting, e entendemos como nos aproximar de nossos filhos, ajudá-los a tomar melhores decisões e solidificar suas relações em geral. Te apresentamos, por fim, Daniela Mercury, Rafael Mantesso e Marcos Piangers!

Contexto teve iguais 18 artigos - dentro de seu próprio pilar, se relacionando com outros também, como todos eles. Falamos sobre tendências como o movimento slow, consumo consciente, negócios sociais, mundo BANI e comunicação não-violenta. 

Também nos aprofundamos nos conceitos de prosperidade, biofilia e salário emocional e cravamos passos importantes em uma negociação. Nos perguntamos como identificar um ambiente de trabalho tóxico e como repensar o nosso habitat na era dos longevos. No Plenae Apresenta, contamos com Eduardo Kobra, David Hertz e Flores para os Refugiados. 

Finalizamos o passeio entre os pilares finalizando com Propósito, que contou com 10 artigos. Por lá, falamos sobre IKIGAI, primeira infância, influência do local onde moramos e o filme Soul. Apresentamos ainda a história de Eduardo Lyra, Ana Lucia Villela e Geraldo Rufino. 

Em 2021, lançamos 3 novas temporadas do Podcast e 3 novas edições do Plenae Drops. Além disso, criamos o Plenae (a)prova, nossa editoria de testes que colocou em prática a metodologia de 8 livros diferentes, todos com o objetivo de gerar mudança de hábito. São eles: O Milagre da Manhã, Chega de Açúcar, Marie Kondo, O Milagre da Gratidão, Por que nós dormimos, Hábitos Atômicos, Respire e Novos Caminhos, Novas Escolhas. 

Fizemos parcerias e participamos do III Simpósio Internacional de Bem-Estar, promovido pelo Instituto Einstein. Também participamos da feira promovida pela It Brands e também do lançamento da coleção Wellness de cerâmicas EssenciAr. Disponibilizamos um carrinho de compras com desconto no site da Urban Remedy e também conteúdos proprietários na revista eletrônica da Wine, o clube de compras de vinho.

Por fim, produzimos nosso primeiro curso, ao lado da Xpeed - o braço de educação financeira da XP Investimentos. “Os Sete Segredos da Prosperidade” contemplou todos os pilares do Plenae - Corpo, Mente, Espírito, Relações, Contexto e Propósito - com a adição de um novo, criado especialmente para ele: Finanças. O curso foi apresentado por Abilio Diniz, com aulas de Geyze Diniz, Alexandre Kalache e Thiago Godoy.

Que ciclo intenso e bonito esse que realizamos juntos. Nesses 12 meses, os convites para a reflexão e mudança de hábito foram vários, por diferentes caminhos, sempre com o olhar sensível e realista que o Plenae busca empregar em todos os seus conteúdos. Em 2022, seguimos nessa missão de segurar a sua mão e caminharmos juntos em direção a uma vida não só longa, mas com qualidade! Nos vemos no próximo ano.

 

Nossa frase do mês para você refletir


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#PlenaeApresenta: Rodrigo Hübner Mendes e sua resiliência e plasticidade

Como garantir a resiliência de sua essência, mas a plasticidade da adaptação? Confira no relato de Rodrigo Hübner Mendes, no Podcast Plenae

12 de Outubro de 2020



O quinto episódio da segunda temporada do Podcast Plenae - Histórias Para Refletir traz a inspiradora trajetória do empreendedor social Rodrigo Hübner Mendes, representante do pilar Corpo. Como um assalto transformou toda a sua vida e o relacionamento com o seu corpo?

O ano era de 1990 e Rodrigo é abordado na porta da sua casa. Antes mesmo de entender o que estava acontecendo, é atingido por uma bala nas costas, que queimou parte de sua medula e restringe seus movimentos. Rodrigo, que fora atleta por toda a sua juventude, se vê tendo que reaprender a se enxergar no mundo.“Durante toda a infância, fui apaixonado por futebol.

Comecei jogando bola no quintal de casa e, conforme fui ganhando confiança, pedi para meu pai me inscrever no campeonato do Clube Pinheiros. Tive a sorte de me destacar logo no primeiro ano. Fui convocado para a seleção do clube, o que era o máximo para um garoto naquela idade.”

Rodrigo lesionou o joelho e, apesar de curá-lo - e de ter se apaixonado por ortopedia - precisou intercalar esportes. Foi quando conheceu o remo, sua grande escola de disciplina, foco e compromisso. Para alguém com um passado tão atlético, como encarar o mundo com a mobilidade reduzida?

O apoio incansável de toda a sua família foi de suma importância para esse processo. “Além disso, minha história com esporte foi decisiva para que eu conseguisse sobreviver, especialmente pelo remo que trabalha muito resistência e saber não entregar os pontos” conta.

Logo de cara, Rodrigo percebeu no hospital que estava em uma posição de extremo privilégio socioeconômico, apesar de sua condição física. “Na primeira semana de hospital eu tive esse insight de que estava na minha mão dimensionar qual seria o tamanho do meu problema. Em relação a quem não tinha nenhum suporte, me vi ali como uma pessoa extremamente privilegiada” conta.

De lá para cá, o empresário aprendeu a olhar de uma outra forma para um mesmo problema. Usando os conceitos de resiliência X plasticidade, hoje ele acredita que mais vale adaptar-se ao que se tem e fazer disso o melhor, do que insistir em uma busca incessante ao que se tinha.

Para ele, a resiliência é fundamental para que a gente mantenha nossa essência, independente do acontecimento. Mas a plasticidade é o fator que nos mantém vivos, sempre nos reinventando.

“Os caminhos pra eu atingir meus objetivos vão se modificando com o tempo, mas o meu norte segue sendo o mesmo. Eu gosto muito do poema vitoriano que diz que 'somos mestres dos nossos destinos, somos capitães das nossas almas'. Apesar da enorme incerteza que tá sempre ao nosso redor, da impossibilidade da gente controlar as coisas, daquilo que os budistas chamam de impermanência, me ajuda muito pensar que a nossa intenção, o nosso objetivo maior está sob nosso controle, não importa quantos tiros, quantos trancos a gente leve.”

Rodrigo aprendeu e segue aprendendo a se adaptar e enxergar o seu próprio corpo como eterno veículo de seu deslocamento, seja lá como for. “Acho bem interessante pensar que o movimento tá sempre presente na gente. Um movimento que vai além da atividade física. No meu caso, mesmo tendo enfrentado uma mudança radical, a minha movimentação continua intensa. Tanto no aspecto físico - eu sigo uma rotina bastante disciplinada de pelo menos três sessões de exercícios por dia – quanto no aspecto da ação.”

Hoje, Rodrigo já mudou a vida de diversos alunos com deficiência que viram uma oportunidade de construir uma sociedade mais inclusiva por meio do ensino. “No Instituto, a gente trabalha pra que nenhuma criança ou adolescente fique de fora da escola por causa de uma deficiência. E, para isso, a gente investe em 3 pilares: identificando o que existe de mais avançado no mundo, oferecendo referências práticas para quem se sente inseguro e promovendo formação de professores em todo Brasil.”

Confira mais desse lindo relato no quinto episódio da segunda temporada do Podcast Plenae - Histórias Para Refletir, e prepare-se para se inspirar!

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