Você sabe onde se encontrar?

Você já se procurou em suas antigas versões?

13 de Abril de 2023


Você já se procurou em suas antigas versões? Sentiu falta daquilo que não tem certeza se viveu de fato, mas acha que viveu e, portanto, sente saudades? Você já foi embalado justamente por esse saudosismo onde tudo parece ter sido impecável no passado e, portanto, pode estar fadado ao fracasso no futuro?

O nome disso é nostalgia que, segundo a definição do dicionário, trata-se de "saudades de algo, de um estado, de uma forma de existência que se deixou de ter; desejo de voltar ao passado." É nesse desejo de voltar para o que já foi, tão natural quanto qualquer outra sensação humana, que podemos nos perder de nós mesmos.

Virar essa falta ambulante, uma fonte inesgotável de lembranças que, ao menor descuido, poderá habitar cada parte de seu corpo como alguém que sempre esteve aí. Ficar eternamente preso ao que se foi, mas seguir sendo de alguma forma que não se sabe explicar. Procurar-se em ruínas e perder-se no tempo presente, em um constante álbum de memórias próprias, que só fará sentido para quem o sente.

Essa vontade de viver o que já se viveu é, na verdade, um mecanismo de defesa de qualquer ser humano, pois o perigo mora apenas no desconhecido. E, nesse passado tão perfeito, não há desconhecimento.

Se normalizamos a falta, devemos também normalizar o nosso adeus. Entendo, enfim, que somos feitos então de pequenas saudades do que fomos, todos nós. Fragmentos do eu que deixou de existir para que outro eu pudesse nascer. Viver é perder-se um pouco o tempo todo nas esquinas da vida, enquanto tenta se encontrar.

Você sabe onde se encontrar? Você sabe onde se encontrar? Você sabe onde se encontrar? Você sabe onde se encontrar?

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Olhe ao seu redor: todo mundo está enfrentando alguma batalha interna, muitas vezes, de forma silenciosa e solitária.

11 de Setembro de 2023


Olhe ao seu redor: todo mundo está enfrentando alguma batalha interna, muitas vezes, de forma silenciosa e solitária. Essa batalha pode ser grande ou pequena, não importa exatamente o seu tamanho. O importante aqui é nos conectar com aquilo que nos une: os sentimentos.

Todos nós somos capazes de sentir alegria, euforia, excitação, surpresa, gratidão. Mas somos igualmente capazes de sucumbir às tristezas, medos, angústias, desânimo, dúvidas. E, quando somos invadidos por essa onda negativa, é preciso segurar firme, respirar fundo e seguir alguns passos.

O primeiro deles é justamente reconhecer o que se sente e dar nome a esses sentimentos. Pode parecer pouco, mas é nessa nomeação que damos início a uma jornada sentimental com mais clareza, um norte para seguir e entender com profundidade o que de fato está acontecendo.

O segundo passo é acolher-se. E é justamente na percepção de que somos todos iguais e capazes de partilhar das mesmas sensações que você irá ressignificar as suas fases difíceis e oferecer um abraço não só para o outro, mas pra si mesmo também.

O terceiro passo é lembrar que você não precisa encarar tudo isso sozinho. Há diferentes caminhos possíveis que vão além do conselho de um bom amigo. A ajuda psicológica capacitada existe porque nós todos existimos. E nessa existência, somos atravessados por tudo que há ao nosso redor, para o bem ou para o mal.

Por fim, não se desespere. Mantenha sempre o pensamento de que tudo isso irá passar e que, ao final desse furacão, você sairá sim, diferente, mas muito mais resiliente também. Não se esqueça de celebrar as pequenas conquistas que, em momentos de turbulência, valem muito.

Nesse setembro amarelo, ofereça um olhar gentil e cauteloso para os outros, mas não se esqueça de oferecê-lo para si também. Você é um universo inteiro e cada uma de suas emoções são legítimas porque são suas.

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