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Olhe ao seu redor: todo mundo está enfrentando alguma batalha interna, muitas vezes, de forma silenciosa e solitária.

11 de Setembro de 2023


Olhe ao seu redor: todo mundo está enfrentando alguma batalha interna, muitas vezes, de forma silenciosa e solitária. Essa batalha pode ser grande ou pequena, não importa exatamente o seu tamanho. O importante aqui é nos conectar com aquilo que nos une: os sentimentos.

Todos nós somos capazes de sentir alegria, euforia, excitação, surpresa, gratidão. Mas somos igualmente capazes de sucumbir às tristezas, medos, angústias, desânimo, dúvidas. E, quando somos invadidos por essa onda negativa, é preciso segurar firme, respirar fundo e seguir alguns passos.

O primeiro deles é justamente reconhecer o que se sente e dar nome a esses sentimentos. Pode parecer pouco, mas é nessa nomeação que damos início a uma jornada sentimental com mais clareza, um norte para seguir e entender com profundidade o que de fato está acontecendo.

O segundo passo é acolher-se. E é justamente na percepção de que somos todos iguais e capazes de partilhar das mesmas sensações que você irá ressignificar as suas fases difíceis e oferecer um abraço não só para o outro, mas pra si mesmo também.

O terceiro passo é lembrar que você não precisa encarar tudo isso sozinho. Há diferentes caminhos possíveis que vão além do conselho de um bom amigo. A ajuda psicológica capacitada existe porque nós todos existimos. E nessa existência, somos atravessados por tudo que há ao nosso redor, para o bem ou para o mal.

Por fim, não se desespere. Mantenha sempre o pensamento de que tudo isso irá passar e que, ao final desse furacão, você sairá sim, diferente, mas muito mais resiliente também. Não se esqueça de celebrar as pequenas conquistas que, em momentos de turbulência, valem muito.

Nesse setembro amarelo, ofereça um olhar gentil e cauteloso para os outros, mas não se esqueça de oferecê-lo para si também. Você é um universo inteiro e cada uma de suas emoções são legítimas porque são suas.

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Para Inspirar

As relações que curam

Moshe Frenkel, professor da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, fala sobre a importância das relações na recuperação de doenças

24 de Abril de 2018




Quinze pacientes em estágio avançado de câncer de pulmão e de pâncreas foram entrevistados para um estudo com o objetivo de esclarecer quais os motivos que ajudaram na recuperação. Todos recebiam terapias tradicionais e alternativas, mas atribuíram a sobrevivência aos relacionamentos com o médico e a família –  e não exatamente ao tipo de tratamento que receberam.

“A interação social é um grande trunfo para aumentar as chances de sobrevida dos pacientes”, diz o autor do trabalho, Moshe Frenkel, professor da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e diretor do serviço de oncologia integrativa no Centro Médico Meir, em Israel.

“Os entrevistados não tinham o comportamento mais comum, o de procurar uma varinha mágica, que limpe o câncer e as faça voltar à vida normal”, disse o médico à Medscape Medical News. Ao que parece, eram mais realistas às próprias condições, o que ajudou no levantamento científico.

Frenkel descreveu os casos com detalhe em artigo publicado on-line na página da revista inglesa Future Medicine. No quesito relacionamento médico-paciente, os doentes apontaram a qualidade da comunicação como fator de grande relevância. O autor do estudo observa que há dois pontos fundamentais para a sobrevivência dos pacientes. “Primeiro, o médico precisa ser ativo e envolvido no cuidado de cada doente.  

Segundo, deve ser um oncologista que pense fora da caixa.” O apoio familiar e a atitude proativa do paciente ao contabilizar a sua extraordinária sobrevivência estão entre os principais pontos recorrentes nas entrevistas. Houve casos de pacientes com histórico excepcional de doença, que experimentaram a regressão espontânea do câncer.

Apesar de bem documentados, as pesquisas que examinaram esses casos são limitadas, segundo Frenkel, e incapazes de fornecer uma explicação satisfatoriamente clara. “A maioria dos artigos se baseiam em relatos e não em pesquisas sistemáticas. É muito difícil tirar conclusões quando não há por trás um suporte mais científico.”

Leia o artigo completo aqui.

Fonte: Medscape
Síntese: Equipe Plenae

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