Qual amor você brinda?

Um brinde aos amores antigos, que com a gentil insistência de quem não quer ir embora, conseguiram ficar

12 de Junho de 2023


Um brinde aos amores antigos, que com a gentil insistência de quem não quer ir embora, conseguiram ficar. Resistiram às mais diferentes intempéries da vida e foram se modificando para assim, nunca deixarem de existir. 

Um brinde aos amores que acabaram de chegar e trouxeram consigo novas possibilidades. Que vieram para somar e cuja história é um caderno em branco, pronta para ser preenchida com páginas e mais páginas de boas lembranças. 

Um brinde aos amores que vão e voltam, porque há poucas coisas tão bonitas do que nunca desistir de ser feliz. Um brinde aos amores que foram embora de vez. Afinal, somos feitos de fragmentos, partes de cada um que passou em nossa trajetória e deixou um tanto.

Um brinde ao amor próprio, acima de todos. Amar-se mesmo quando parece uma tarefa impossível. Amar-se em dias felizes, mas também nos dias difíceis. Amar-se a ponto de saber que é preciso sair da mesa quando o amor não está servido, como nos ensinou Frida Kahlo. 

Um brinde aos amores que ainda estão por vir. Aos amores que não se dobram a nenhuma limitação ou oposição. Aos amores que abraçam o que é diferente. Aos amores que não são românticos, não são convencionais e, nem por isso, deixam de ser amor. 

Nesse dia dos namorados, o lembrete é para nunca deixarmos de amar, independente de qualquer rótulo. Existimos a partir dessa fagulha que explode, essa pulsão que nos invade, nos movimenta e nos torna genuinamente humanos. Um brinde ao amor!

Qual amor você brinda? Qual amor você brinda? Qual amor você brinda? Qual amor você brinda?

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Para Inspirar

Há um limite para a vida humana?

Cientistas acreditam que a vida humana não possa se estender por mais de 110 anos

26 de Abril de 2019


Quando completou 120 anos em 1995, a francesa Jeanne Calment foi questionada sobre o tipo de futuro que ela esperava: “Um muito curto”, respondeu. Ela teve mais dois anos de vida. Morreu aos 122 e entrou para a história como a pessoa mais longeva do mundo. Cientistas disseram que o recorde da francesa pode durar muito tempo. Desde a morte dela, em 1997, não houve registro de alguém tão velho. Uma análise da mortalidade e dos dados da população cobrindo cerca de 40 países indicaram que a humanidade já pode ter atingido o limite de longevidade. A expectativa média de vida continua aumentando e mais pessoas estão chegando à velhice extrema. A questão é que as pessoas que chegam aos 110 anos, hoje, não têm maior expectativa de vida do que quem viveu até a mesma idade na década de 1970. “É possível passar um pouco, mas é mínima a probabilidade de sobreviver mais do que Jeanne”, disse o geneticista molecular Brandon Milholland, do Albert Einstein College of Medicine, um dos coordenadores do estudo publicado na revista Nature . “Apesar de quaisquer ganhos na expectativa de vida média, há um limite além do qual a vida útil máxima dos seres humanos não pode ser estendida.” Desde o século 19, o aumento da expectativa de vida tem sido impulsionado pelos avanços da medicina, caso das vacinas e antibióticos, além de tratamentos para câncer e doenças cardíacas. Some a isso as conquistas no saneamento básico e da nutrição.  A mortalidade infantil diminuiu em todo o mundo e as expectativas de vida nos países desenvolvidos atingem agora os 70 e 80 anos. “Nós suspeitamos que o acúmulo de danos com a idade, especialmente mutações nas células individuais do corpo, coloca um limite no tempo de vida", disse Milholland. “A pesquisa médica geralmente se concentra em doenças individuais, que não prolongam a vida útil máxima. Um tratamento que melhora a função cardíaca não previne a neurodegeneração.” Leia o artigo original aqui .

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