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Projeto ajuda idosos a preservar o equilíbrio e evitar quedas

Três em cada dez idosos acima de 60 anos sofrem quedas em um ano. O índice sobe para 50% para os que têm mais de 80 anos.

22 de Novembro de 2018


Três em cada dez idosos acima de 60 anos sofrem quedas em um ano. O índice sobe para 50% para os que têm mais de 80 anos. Um projeto piloto no Distrito Federal quer ajudar essas pessoas a prevenir acidentes. Durante três meses, duas vezes por semana, 30 idosos praticam atividades físicas, sociais e psicológicas gratuitas. O objetivo é que eles ganhem autonomia e gastem menos energia, de forma eficaz e sem cair. O PrevQuedas foi criado pelo Sesc em parceria com um grupo de mestrado e doutorado da Universidade de Brasília (UnB). Diversas pesquisas apontam fraturas como a principal consequência das quedas em idosos. As ocorrências podem trazer perdas funcionais e deixar a pessoa mais susceptível a novos acidentes. A origem da queda pode decorrer de alterações fisiológicas do envelhecimento, doenças (como osteoporose, que enfraquece os ossos) e efeitos de medicamentos, além de circunstâncias sociais e ambientais. Alguns cuidados para evitar a ocorrência de quedas são: manter o ambiente bem iluminado, remover tapetes soltos e instalar piso antiderrapante, barras de apoio e corrimãos em escadas. Como prevenir ou reverter a osteoporose 1. Consumir alimentos que contêm cálcio – a quantidade varia de 1000 mg a 1200 mg. 2. Fazer atividade física que exige força da musculatura. Exercícios de carga ou que tenham resistência são os mais indicados, pois exigem mais do músculo. Leia o artigo completo aqui . Fonte: G1 Síntese: Equipe Plenae

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A receita de saúde é ter amigos

Interagir com amigos online faz parte da atualidade, mas encontrá-los presencialmente é ainda melhor para a saúde

7 de Maio de 2019


A internet transformou o mundo em uma aldeia em apenas vinte anos. Os encontros presenciais tornaram-se menos frequentes. Em uma fila de espera, por exemplo, as pessoas preferem conversar pelos aplicativos de mensagens a conhecer quem está à frente. Mesmo durante um jantar com amigos , os celulares permanecem em cima da mesa, para que ninguém perca uma mensagem, um like, um acontecimento. Apesar da conexão mágica, pesquisas apontam para o aumento do isolamento social. Quem tem milhares de seguidores no Instagram às vezes não tem o ombro amigo para recorrer quando a situação aperta. Sabe-se que a qualidade e a quantidade dos relacionamentos desempenham papel importante no bem-estar físico e psicológico. Tête-à-tête. Uma série de estudos recentes sugere que os relacionamentos presenciais trazem maior benefício à saúde do que o bate-papo virtual. Segundo pesquisadores, a convivência social engajada e significativa adiciona de 10 a 30 anos na expectativa de vida das pessoas. O ícone da alimentação natural John Robbins relata no livro Saudável aos 100 anos (editora Objetiva) que relacionar-se na comunidade que se está inserido é o fator mais importante da longevidade. Ocupa o primeiro lugar de um ranking de indicadores de longevidade, passando os exercícios físicos, a qualidade do ar ou mesmo a dieta equilibrada, entre outros. Dean Ornish, médico americano, afirma com ousadia: “Não conheço nenhum outro fator que não inclua dieta, não fumar, não fazer exercícios, não estressar, não-genético, não relacionado aos abuso de drogas e não-cirúrgico que tenha um grande impacto em nossa qualidade de vida, incidência de doenças e morte prematura por todas as causas do que a qualidade dos nossos relacionamentos íntimos”.

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