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Prática religiosa baixa risco de doenças

Mais de 100 estudos sugerem que a oração regular, a meditação e a conexão com a comunidade religiosa pode melhorar, em muito, a saúde do corpo.

17 de Julho de 2018


Mais de 100 estudos sugerem que a oração regular, a meditação e a conexão com a comunidade religiosa pode melhorar, em muito, a saúde do corpo. “Todos os aspectos da saúde estão relacionados à devoção religiosa”, disse Harold Koenig, diretor do Centro de Espiritualidade da Duke University. “Importa menos qual a religião adotada do que o tamanho da prática religiosa durante a vida.”

Conheça sete das alterações positivas possíveis:

    1. Baixa a pressão arterial; aumenta as funções imunológicas.
    2. Melhora o sono e acelera a recuperação de uma doença.
    3. Reduz as chances de distúrbios cardíacos.
    4. Diminui os riscos para o desenvolvimento de câncer.
    5. Pode espessar o córtex cerebral, deixando-o mais apto a se defender contra a depressão, revelou um estudo da Universidade Columbia de 2013.
    6. Diminui em 29% as chances de passar a ser fumante. O tabagismo é a principal causa de morte evitável.
    7. Baixa em 45% a tendência de alcoolismo – a terceira principal causa de morte evitável, de acordo com pesquisas da Koenig e dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças.
Leia o artigo completo aqui.
Fonte: The Villages Daily Sun
Síntese: Equipe Plenae

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Pobreza limita mobilidade social

Melhorar a vida das famílias carentes é essencial para que seus filhos tenham um futuro próspero.

26 de Junho de 2018


Melhorar a vida das famílias carentes é essencial para que seus filhos tenham um futuro próspero. Pesquisadoras – do Instituto Urbano, nos Estados Unidos, órgão especializado em estatísticas e análises socioeconômicas – apontam que hoje, nos estados americanos, nove milhões de crianças vivem na pobreza até os 17 anos. Uma condição considerada como fator limitante para a mobilidade social. Desses nove milhões de menores de idade, 56% são negras, 36% brancas e 8% de outra raça ou etnia. Foram considerados apenas os dois maiores grupos. Os números apontam que seis de cada dez completam o ensino médio, um índice 30% menor do que o dos filhos de famílias com maiores recursos. Com o passar da idade, apenas um terço consegue emprego sólido ou continua a estudar entre os 25 e 30 anos. Entre os jovens mais abastados, esse índice é 20% maior. Mas existem meios de mudar esse ciclo vicioso.

Ferramentas de mobilidade social.

O instituto apontou quatros estratégias que podem fazer com que mais crianças tenham acesso a um futuro melhor:
  1. Conectar as famílias com os recursos para os quais são elegíveis, assegurando que os pais em situação de pobreza tenham acesso a benefícios e serviços antes do nascimento do filho ou no hospital.
  2. Direcionar os pais a empregos subsidiados, além de desenvolver programas de educação e treinamento aos menos instruídos.
  3. Usar os programas sociais de suplementação de renda de forma a atender às carências de toda a família, principalmente as que possuem crianças e jovens.
  4. Desenvolver estratégias que abordem as condições de bairros e escolas de crianças que vivem na pobreza, bem como programas que ajudem as famílias a mudar para regiões com melhores colégios e oportunidades.
Leia o artigo completo aqui.

Fonte: Predictors of persistently poor children's economic success Síntese: Equipe Plenae

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