Para Inspirar

Porcos podem ser solução para transplantes

Os pesquisadores apostam que será possível gerar órgãos humanos para transplante a partir de tecidos de porco em dois anos.

11 de Setembro de 2018


Na maioria das vezes, a doação de órgãos é a única maneira de substituir corações, pulmões, rins e fígados doentes ou com problemas. Ainda assim, as pessoas ficam à espera de um órgão compatível em uma fila agoniante – onde, todos os anos, 8 mil pacientes morrem só nos Estados Unidos. Uma nova esperança está a caminho. Os pesquisadores apostam que será possível gerar órgãos humanos para transplante a partir de tecidos de porco em dois anos. Atualmente, apenas as válvulas cardíacas são aproveitadas para substituir a de humanos. Os suínos geralmente apresentam genes favoráveis a certos vírus que levam à infecção e até ao câncer nos transplantados. Para solucionar a questão, os pesquisadores estão usando o conjunto mais preciso de ferramentas moleculares para cortar, colar, copiar e mover genes – o CRISPR, desenvolvido em 2012. Em agosto de 2017, um grupo de cientistas liderados por George Church, professor de genética na Faculdade de Medicina de Harvard, gerou mais de uma dúzia de porcos criados sem os vírus fatais. Para garantir que todos os tecidos fossem seguros, Church e sua equipe usaram uma técnica de clonagem para criar embriões a partir das células editadas. Dos 37 porcos que nasceram, 15 sobreviveram e nenhum apresentou sinais do vírus. Trocas de tecidos entre animais ou humanos, ou xenotransplantes, podem resolver problemas médicos graves, mas são controversos. Os médicos não sabem se os vírus ou outros micróbios que são comuns entre os animais podem se espalhar para as pessoas por meio dos transplantes, apesar dos esforços para controlá-los. Moralmente, criar animais apenas com o propósito de usar seus tecidos, mesmo para ajudar a tratar doenças humanas, levanta preocupações éticas. O futuro. Os cientistas veem um universo de possibilidades de como o CRISPR pode ser usado para criar órgãos. No Instituto Salk, em La Jolla, na Califórnia, os pesquisadores estão explorando maneiras de cultivar órgãos humanos em porcos, eliminando os genes suínos e inserindo os humanos. Em 2017, eles fizeram a primeira quimera de porco-humano introduzindo células-tronco humanas nos primeiros embriões de porco. Tais estratégias podem fornecer uma nova fonte de tecidos e órgãos humanos. Leia o artigo completo aqui .

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Momentos prazerosos determinam vida mais longa

Aqueles que relataram experiências prazerosas mais frequentes tiveram taxa de mortalidade reduzida em 24%

17 de Julho de 2018


Depois de descobrir que a longevidade está relacionada aos momentos de satisfação e felicidade experimentadas ao longo do tempo, pesquisadores da University College, de Londres, entre outras instituições, mergulharam mais na questão. Investigaram se quanto mais contínuas forem essas sensações, mais tempo de vida teríamos. Na década de 1960, o estudo começou a acompanhar 9 mil adultos testados em intervalos de dois anos. Primeiro, descobriu que a taxa de mortalidade foi progressivamente maior entre as pessoas que aproveitaram menos a vida. Esse achado se manteve mesmo quando contabilizaram outros possíveis fatores. Aqueles que relataram experiências prazerosas mais frequentes tiveram taxa de mortalidade reduzida em 24%. Os pesquisadores concluíram que quanto mais tempo um indivíduo experimenta sensações como felicidade e satisfação, menor o risco de morte. O estudo ainda observou que ajudar de alguma forma as pessoas ao seu redor também ajuda a estender a vida. O estudo foi realizado por um pool de universidades, descrito neste relatório da Universidade de Basileia e publicado na Evolution & Human Behavior. Os resultados coincidem com pesquisas clínicas e observações sobre os percursos de vida das pessoas e suas experiências ao longo do tempo. Ou seja, a chave para uma vida longa e plena também se relaciona a ter um propósito e engajamento - uma razão para viver. Isso tende a contribuir para sentir mais satisfação e ter mais saúde em geral. E assim viver mais tempo. Leia o artigo completo aqui.

Fonte: Douglas LaBier Síntese: Equipe Plenae

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