Para Inspirar
A provavelmente classe mais importante do país, cuja função é educar todas as demais, se vê em um caminho de exaustão e sem previsão de melhoras
26 de Dezembro de 2024
No quinto episódio da décima oitava temporada do Podcast Plenae, conhecemos a história da professora Francilma Everton, que viu na educação uma ponte para futuros melhores para si mesmo. Hoje, ela busca fazer isso por outras crianças que, assim como ela, não contam com muitas oportunidades para mudarem suas rotas. Representando o pilar Contexto, conhecemos suas diversas e premiadas iniciativas em sua área e nos inspiramos com a possibilidade de um mundo melhor.
Mas, por trás de todo professor engajado e que quer ver a mudança com as suas próprias mãos, há um profissional sobrecarregado e, muitas vezes, mal remunerado. As altas cargas de trabalho e o pouco retorno que o trabalho oferece em nosso país levam muitos a abandonar o barco, o que é parte do problema dos índices educacionais que nunca decolam por aqui, no máximo ficam estagnados.
Para se ter uma ideia, oito em cada dez professores da educação básica já pensaram em desistir da carreira devido ao baixo retorno financeiro, a falta de reconhecimento profissional, a carga horária excessiva e a falta de interesse dos alunos. Os dados são da pesquisa inédita Perfil e Desafios dos Professores da Educação Básica no Brasil, divulgada nesta quarta-feira (8), pelo Instituto Semesp e pela Agência Brasil.
Os dados mostram que 79,4% dos professores entrevistados já pensaram em desistir da carreira de docente. Em relação ao futuro profissional, 67,6% se sentem inseguros, desanimados e frustrados. Entre os principais desafios citados pelos professores estão: falta de valorização e estímulo da carreira (74,8%), falta de disciplina e interesse dos alunos (62,8%), falta de apoio e reconhecimento da sociedade (61,3%) e falta de envolvimento e participação das famílias dos alunos (59%).
Ainda segundo a mesma pesquisa, mais da metade dos respondentes (52,3%) diz já ter passado por algum tipo de violência enquanto desempenhava sua atividade como professor. As violências mais relatadas são agressão verbal (46,2%), intimidação (23,1%) e assédio moral (17,1%). São citados também racismo e injúria racial, violência de gênero e até mesmo ameaças de agressão e de morte. A violência é praticada principalmente por alunos (44,3%), alunos e responsáveis (23%) e funcionários da escola (16,1%).
Além disso, a maioria do corpo docente, composto por mais de 2,3 milhões de profissionais, é feito por mulheres: 1,8 milhões (79,2%) são elas, segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que naturalmente já são vítimas de jornadas duplas e até triplas no âmbito familiar.
Pensando nisso, conversamos com a professora Débora Gerbase, autora do livro “Manual de Sobrevivência para o Professor Esgotado”, para ouvir de quem entende do que está falando quais são as saídas possíveis para melhorar esse cenário. Confira abaixo os principais pontos!
“Eu tenho referências muito fortes na minha vida de professoras: minha mãe e a minha tia. E desde pequena eu dizia que eu seria professora e elas diziam ‘não faça isso. O professor não ganha bem. O professor trabalha muito’. Mas eu dizia que tinha esse chamado dentro do meu coração e eu queria mudar o mundo, usar dos meus conhecimentos para poder ajudar outras pessoas a se tornarem melhores. Então, por isso eu me tornei professora, apesar de todos os desafios, eu continuo na luta”.
“O professor faz um lindo trabalho. Temos esse desafio de preparar cidadãos que farão a diferença na sociedade. E por isso nós temos esse desejo de fazer o nosso melhor. Só que nós enfrentamos muitas cobranças sem ter o preparo necessário para aquilo que é cobrado deles ou sem as condições básicas para isso”.
Os principais problemas“Tem a questão salarial, a quantidade de trabalho para que a pessoa possa se manter, a falta do reconhecimento. Isso tudo vai além do acadêmico. Infelizmente, a nossa sociedade não reconhece o trabalho do professor como algo que seja importante. Todo mundo passou por um professor na vida para chegar até aqui e poder alcançar os objetivos que ele alcançou”.
“Sem contar o tanto que o professor se envolve com os problemas particulares dos alunos, que deixa essa linha ainda mais tênue e só sobrecarrega mais. São questões que vão desde negligência familiar, aluno que não dorme, que chega atrasado na escola, até questões alimentares ou de ordem psicológica, que vão além do que o professor pode resolver”.
“Somado a tudo isso, existem ainda os alunos que são atípicos, que apresentam um nível de divergência. Esse é um trabalho que precisa ser feito de uma maneira multidisciplinar para garantir qualidade verdadeira a ele e não é só o professor que tem que resolver essa questão. Isso é um trabalho que precisa ser feito também com psicopedagogos, médicos, psicólogos e principalmente a família. É um trabalho em conjunto, mas que infelizmente, muitas vezes recai para o professor essa questão de fazer com que o aluno aprenda, mesmo que ele esteja enfrentando desafios que vão além do acadêmico.”
O que fazer enquanto indivíduo“É preciso uma mudança no sistema, mas há também o papel do indivíduo. Em primeiro lugar, ele precisa reconhecer que ele está passando por um Burnout. E ele acontece em fases, não é de uma hora para outra, é preciso estar atento aos sinais. Desânimo, falta de vontade de estar perto dos alunos, falta de paciência, muito cansaço, tristeza, são todos indícios de alerta. O trabalho do professor é sempre movido por muita paixão, e quando ele perde essa paixão, perde o sentido. Mas a gente não pode fazer um auto diagnóstico, é preciso buscar ajuda com um profissional capacitado para que haja uma orientação."
“Uma vez reconhecido o problema, a pessoa precisa se colocar em primeiro lugar, porque isso pode até parecer egoísta, né? Vou cuidar de mim primeiro. Principalmente as mulheres que têm essa questão de sempre cuidar de todos, mas quem cuida dela? A gente não pode dar aquilo que a gente não tem. Então, se eu não tenho forças, se eu não estou me sentindo bem, se a minha mente está confusa, como é que eu posso ajudar quem quer que seja, que esteja ao meu redor? A saúde física, como cuidar da voz e até da postura, e a mental também, tudo isso é muito importante.”
Compartilhar é preciso - e se organizar também“Não guarde para si esse momento ruim que está enfrentando. Compartilhe os seus sentimentos com alguém que você confia, um cônjuge, melhor amigo, parente, alguém que não vai te julgar. E que não necessariamente vão te dar a solução, mas que vão te ouvir de coração aberto e trazer uma nova perspectiva. Isso também irá te ajudar a estabelecer melhor suas metas e próximos passos, organizar seu dia, quanto tempo você vai gastar em cada coisa e aprender a dizer não. E entender que há coisas que podemos controlar e outras não. Esteja com os olhos, mente e coração abertos”.
Para Inspirar
O sexto episódio da décima quinta temporada do Podcast Plenae é do produtor Konrad Dantas, representando o pilar Contexto
5 de Maio de 2024
Leia a transcrição completa do episódio abaixo:
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Konrad Dantas: Começar a vida do zero é fácil. Eu comecei do menos 100. Eu sou negro. Não tenho sobrenome italiano. Não estudei em faculdade renomada. Eu aprendi a filmar fazendo alguns cursos livres. Nas aulas, eu era o único moleque que não tinha morado fora do Brasil. O único que ainda não falava inglês fluente. Era o mais jovem da turma. Na minha cabeça, eu tinha que arrepiar.
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Geyze Diniz: Konrad Dantas foi um dos grandes responsáveis por fazer o funk sair da bolha e se tornar o movimento cultural que representa nos dias de hoje. Dono do maior canal do Youtube da América Latina, Kond, como é conhecido, acumula diversas produções de sucesso e prêmios, se tornando exemplo e provando que não existe o impossível. Eu sou Geyze Diniz e esse é o Podcast Plenae. Ouça e reconecte-se.
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Konrad Dantas: Meu nome é Konrad, mas me chamam de Kond. O apelido veio porque o meu irmão mais novo, Kauê, não conseguia pronunciar o meu nome.
Eu nasci em Santos e cresci na Vila Santo Antônio, na periferia do Guarujá, litoral de São Paulo. A minha mãe é professora da educação infantil, e o meu pai fez de tudo um pouco: pintor, pedreiro, cozinheiro, encanador… A gente morava num conjunto habitacional da CDHU.
Quando eu era criança, eu sonhava em mudar a realidade da minha família. Mas, eu não acreditava que tinha capacidade intelectual de passar num vestibular de uma faculdade pública. E eu também sabia que a minha família não tinha condição de pagar uma boa faculdade privada pra mim. Então, eu achava que a música seria o meio pra eu ganhar dinheiro.
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Com 11 anos de idade, eu comecei a cantar rap e abri uma gravadora. E eu era o CEO e o único artista dessa empresa. Eu escrevi o nome da gravadora na porta do meu armário, no meu quarto. Coisa de moleque. Eu não lembro muito o que eu escrevi, assim, mas era alguma coisa, do tipo, o nome do meu bairro, sei lá. Tipo Quebrada Santo Antônio, alguma coisa assim.
O meu nome artístico era KondZilla, uma mistura do meu apelido com o personagem Godzilla, o primeiro filme que eu assisti no cinema. O plano de virar cantor de rap não deu certo. Eu era muito tímido e, pra mim, não fazia sentido ser um artista tímido. Eu também não sabia tocar nenhum instrumento então era um pouco mais difícil eu fazer os instrumentais. E aí, eu entendi que eu era um apertador de botão. Um apertador de botão com um bom ouvido, eu diria.
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Eu acho que uma das minhas maiores habilidades, desde cedo, é corrigir a rota quando um caminho tá indo pra uma direção errada. Eu aprendi com a minha mãe a ser pragmático. Não tenho tempo a perder.
Na adolescência, eu percebi que eu tinha um pouco de aptidão pra design. Com 16 anos, a minha mãe comprou pra mim um gravador de CD. E eu fazia coletânea das músicas da época na Baixada Santista e criava capa dos CDS e vendia por 5 reais. Olhando pra trás, eu acho que eu fazia um pouco do trampo que eu faço hoje, que é de produção executiva.
Aí, eu comecei a trabalhar como web designer numa faculdade e ganhava 915 reais por mês. Eu sabia que precisava estudar, se eu quisesse crescer. Eu encontrei um curso bom pesquisando na internet, mas meus pais não tinham condição de pagar. E eu falei: “Mãe, assim que eu tiver uma oportunidade, eu vou estudar cinema 3D em São Paulo”.
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Uns dois ou três meses depois dessa conversa, a minha mãe faleceu.
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Ela teve um aneurisma cerebral, ela tinha só 46 anos. Eu nunca tinha visto nem ela ficar gripada. Quando a minha mãe morreu, a gente tava sem se falar, assim, por que a gente tinha tido um desentendimento. Na minha cabeça, a gente ia se falar em breve, assim, voltar a fazer as pazes. Mas não deu tempo.
Ela ficou em coma 10 dias. E eu fui todos os dias ao hospital conversar com ela. Tenho certeza que, no meu coração, que ela me perdoou por tudo que eu fiz de errado, e eu também conversei muito com ela e falei muitas vezes que eu tinha liberado o perdão pra ela. Tenho certeza que um dia a gente ainda vai se encontrar e alinhar tudo que ficou desalinhado aqui nesse plano espiritual.
Acho que a negrona era visionária. Sabia que ia partir cedo porque ela tinha feito três seguros de vida. E aí, no dia do enterro dela, aconteceu algo muito curioso. Eu lembro que as amigas dela falaram assim pra mim e pro meu irmão: “Bom, sua mãe trabalhou a vida toda pra realizar um sonho que era comprar um apartamento em frente à praia de Santos, no Gonzaga.”
Aí eu pensei: “Se eu comprar o apartamento, eu não vou ter dinheiro pra pagar nem o condomínio”. Então, eu e meu irmão, a gente decidiu correr atrás do nosso sonho, e não do sonho da minha mãe. E eu e meu irmão usamos essa grana pra estudar. Meu irmão virou dentista. Eu comprei a minha primeira câmera e fui pra São Paulo estudar computação gráfica e cinema 3D.
Na época, eu tava focado em trabalhar com pós-produção. Então, eu não me dediquei em duas disciplinas: direção de cena e direção de fotografia. Quando o curso acabou, eu me senti em dívida com a minha mãe. E eu comecei a estudar essas matérias por conta própria. O resultado foi que eu acabei me apaixonando por essas duas áreas que, hoje, são o core business da minha empresa.
Aí eu comecei a tatear pra ver pra onde que eu ia, aonde seria mais fácil eu trabalhar como videomaker. Eu queria fazer vídeo de música, mas não conhecia ninguém nessa área. Achei que seria impossível. Daí, eu fui fazer vídeo de esportes radicais.
Como eu sou do litoral, eu tenho muitos amigos surfistas e skatistas. Eles são patrocinados por marcas e as marcas queriam me pagar com bermuda e camiseta. Não fazia sentido eu montar uma loja de roupa pra eu pagar as minhas próprias contas. Eu vi que não ia rolar no esporte e decidi tentar na música.
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Quando eu vi um cara chamado MCLon, que fez um clipe com um celular Motorola V3 em cima de uma laje, batendo na palma da mão. O vídeo tinha 7 milhões de views no Youtube. Eu pensei: “Se o cara faz isso com um Motorola V3 e teve 7 milhões de views, com o que eu aprendi nas aulas, o vídeo vai ficar muito melhor e, provavelmente, vai dar mais audiência”. Eu já sabia da importância do funk pras pessoas que vivem na favela. Na comunidade que eu cresci tocava muito funk. E eu sabia também que só os artistas grandes, apoiados pelas gravadoras que tinham clipes bons.
Eu achava, e continuo achando, que a música tem um papel fundamental no entretenimento pra quem é de comunidade. No começo dos anos 2000, a classe C tava vivendo um momento de ascensão econômica. Os jovens tavam tentando entrar na universidade, as famílias tavam comprando carro pela primeira vez. O consumismo foi parar na música, em um movimento chamado de funk ostentação.
Quando eu cheguei em São Paulo, eu vi que a periferia daqui era diferente da periferia do litoral. Na capital rola muito mais grana, e eu fui filmando tudo que me chamava atenção na favela. Um óculos de 2 mil reais. Uma moto de 80 mil.
O primeiro clipe que eu fiz que bombou foi o do MC Boy do Charmes, que deu 1 milhão de views em 28 dias. Eu não sabia se era competência ou sorte de principiante. Eu não me deslumbrei. E o meu terceiro clipe de funk foi do MC Guimê, que deu 1 milhão de views em duas semanas. Aí eu achei que tinha um pouco de talento pra fazer aquilo ali.
E aí, eu comecei a fazer mais clipes e a investir no meu canal do Youtube, que eu chamei de Canal KondZilla. Em 2016, a gente fez videoclipe da música do MC João, 'Baile de Favela'. Foi o primeiro clipe de funk a bater 100 milhões de visualizações.
O MC João foi ao programa da Fátima Bernardes, e ela falou assim pra ele: “Cara, a sua música é muito legal. Mas, se não você não tivesse falado aquele palavrãozinho, talvez a sua música ia um pouquinho mais longe”.
E a gente ficou pensando: “Será que ela ia mais longe mesmo?” A linha entre retratar a realidade e promover um tipo de cultura é tênue. Mas a gente decidiu experimentar. Tirou os palavrões das músicas e decidiu também não filmar mais mulher de lingerie, nem armas nos vídeos.
Todo mundo falou que eu ia falir a KondZilla e afundar o funk. Só que foi ao contrário. A gente fez o clipe da música ''Deu Onda, do MC G15, e o vídeo foi o segundo vídeo mais assistido do mundo no Youtube. O funk saiu da bolha da periferia. O número de inscritos do canal no Youtube pulou de 8 pra 22 milhões, em um ano.
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Eu sabia que quem tinha capacidade técnica e artística pra desenvolver um trabalho de audiovisual pro público de comunidade não queria trampar com funk. Então, eu decidi me dedicar nesse gênero, e pra esse público. O Brasil ainda tem muito preconceito com o funk. É um gênero de origem periférica, marginal, no sentido de tá à margem da sociedade ideal, de um comportamento vendido como o sonho. Só que o funk já é um movimento cultural, e não apenas um gênero.
Eu sempre fui muito observador. E sempre gostei de tentar entender o comportamento das pessoas. Na periferia que eu cresci, eu via algumas coisas acontecendo. E ouvia algumas histórias. E eu pensava: “Bom, se um dia eu tiver a oportunidade de contar uma história dento de uma obra de audiovisual, eu quero contar a história desse cara, daquele cara, daquele outro cara”.
E eu fui juntando essas informações e comecei a pensar numa história de três moleques, amigos de infância, que queriam comprar um tênis, um Adidas Springblade, que na época era o tênis mais bombado, que toda molecada queria comprar. Eu pensei em fazer um curta que representasse a galera da periferia de São Paulo, né. O povo quer se ver representado nas telas. E a quebrada de São Paulo não tem nada a ver com a quebrada de Nova York.
E aí, quando eu comecei a contar essa história pra um amigo fotógrafo, ele me apresentou pra um roteirista. E aí, esse roteirista falou assim: “Cara, isso não é um filme, nem um curta. Isso é uma série”.
A gente desenvolveu um projeto e apresentou pra Netflix. Em 2019, o Sintonia foi a séria mais assistida da plataforma. E hoje, a nossa empresa trabalha com música, com produção de conteúdo pra internet, pra publicidade, documentário, ficção. Só o nosso canal do Youtube tem mais de 67 milhões de inscritos e hoje, é o maior canal do Brasil e da América Latina.
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Quando eu penso na minha trajetória, eu comparo com a de um árbitro de futebol. Um árbitro provavelmente queria ser um artilheiro ou então, um goleiro. Mas ele vive de futebol. Aconteceu isso comigo também.
Eu queria viver de música. Achava que seria eu cantando. Depois, eu achava que ia ser produzindo as batidas. Hoje eu vivo do meu sonho, mas não na atividade que eu imaginei. Hoje sou empresário, produtor fonográfico e produtor audiovisual. Eu alcancei o mesmo objetivo, mas por estradas diferentes, conseguindo dar uma vida mais confortável pra minha família.
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Ano passado, inaugurei o Instituto Kondzilla, uma ONG pra capacitar o jovem de periferia no Guarujá porque eu tinha percebido que tinha um déficit na mão de obra especializada no audiovisual. E os cursos são uma oportunidade para galera descobrir novos talentos, né?
E eu quero mostrar pra molecada que não existe o impossível, desde que dependa apenas de você. Ninguém me ensinou que era impossível. Tudo dá para fazer, desde que a gente trabalhe duro. A sorte é a soma de um monte de circunstâncias que acontecem ao mesmo tempo. Quanto mais preparado você tiver, mais você vai conseguir aproveitar as oportunidades quando ela bater na sua porta. E isso não significa que você tenha que ficar contando apenas com a sorte. Você pode desenvolver estratégias pra criar a sua própria sorte. Ou então, como dizem os evangélicos, a sua sorte de bênçãos.
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Geyze Diniz: Nossas histórias não acabam por aqui. Confira mais dos nossos conteúdos em plenae.com e em nosso perfil no Instagram @portalplenae.
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