Para Inspirar

Os segredos da felicidade

Tao Porchon-Lynch, a professora de ioga mais antiga do mundo, afirma que está “apenas chegando nos 22”

22 de Novembro de 2018


Ela tem 100 anos. Ela sabe disso, mas o corpo dela não. Tao Porchon-Lynch, a professora de ioga mais antiga do mundo, afirma que está “apenas chegando nos 22”. Disposta com a vida, participou de uma competição de dança de salão aos 87 anos. Mais do que a disposição física, o que mais impressiona é visão eternamente ensolarada que ela tem sobre a vida. Em um evento em Nova York, Porchon-Lynch falou sobre como mantém a positividade e deu algumas dicas de ouro para ser feliz mesmo diante dos percalços comum à vida das pessoas: “Todos os dias, acordo e digo que esse será o melhor dia da minha vida – e é.” “É importante não se debruçar sobre as coisas ruins. A mente deve estar acima da matéria, sempre. Eu não deixo isso entrar no meu caminho.” Esse é um princípio que vem de um estilo de vida ativo e de iogue, mantido mesmo após três cirurgias de substituição do quadril. “Não abaixe a cabeça para ninguém. Aprendi com meu tio, que me ensinou que todos podemos aprender algo um com o outro.” Quando se trata de longevidade, Porchon-Lynch explicou manter a boa saúde por meio de atos de equilíbrio. Ela controla os tamanhos das porções das refeições e toma um copo de vinho ocasionalmente. Por último, mas não menos importante, disse que as manhãs dela dão o tom para o dia inteiro. Enquanto muitos acordam mal-humorados e exaustos ao som do estressante despertador – esperando o café trazer a energia –, Porchon-Lynch diz que, antes mesmo de levantar da cama, faz o mais importante: “Acordo sempre com um sorriso no rosto” e sugere que façamos o mesmo. Namastê. Leia o artigo completo aqui . Fonte: Yagana Shah Síntese: Equipe Plenae

Compartilhar:


Para Inspirar

Isolamento dificulta recuperação de doentes

Os pesquisadores confirmaram que estar sozinho pode aumentar as chances de ataque cardíaco e AVC

10 de Janeiro de 2019


Ter amigos por perto é muito importante para a saúde. Um estudo publicado na revista digital Heart analisou o isolamento social (ficar longe de outras pessoas) e a solidão (estar isolado da conexão social e insatisfeito com isso). Os pesquisadores confirmaram que essas condições aumentam as chances de ataque cardíaco e AVC. Elas também aumentam o risco de morte entre pessoas com histórico de doenças cardíacas. “O apoio de pessoas queridas é importante para a saúde”, disse o autor do estudo, Christian Hakulinen, professor de psicologia e logopedia (ciência que avalia, diagnostica e trata os problemas da linguagem, da voz e da deglutição) na Universidade de Helsinque, na Finlândia, à revista TIME . O estudo surge como mais uma confirmação de outros semelhantes já realizados, mas tem um dado novo. Afirma que pessoas antissociais possuem mais dificuldade de recuperação. Os pesquisadores investigaram quanto risco poderia ser atribuído apenas às causas sociais – uma etapa extra que poucos outros estudos fizeram. Desconfiavam que outros traços comuns às pessoas antissociais tivessem sua carga de responsabilidade nos efeitos encontrados. Entrevistaram 480 mil adultos no Reino Unido. Perguntaram sobre vida social, solidão, históricos médicos e hábitos de vida. Também, mediram as questões de saúde, incluindo altura, peso, índice de massa corporal e força de preensão. Os participantes foram acompanhados por sete anos. O isolamento e a solidão pareciam aumentar significativamente o risco de problemas cardiovasculares, em comparação com pessoas mais sociais. Veja o quadro abaixo, onde temos as causas e as porcentagens aumentadas para a doença.
Isolamento 43% ataque cardíaco pela primeira vez 39% acidente vascular cerebral pela primeira vez
Solidão 49% ataque cardíaco pela primeira vez 36% acidente vascular encefálico pela primeira vez
Depois de contabilizar fatores biológicos, de saúde e socioeconômicos, os riscos aumentados baixaram. Veja tabela abaixo:
Isolamento Solidão
7% - infarto pela primeira vez 6% - infarto pela primeira vez
7% - derrame pela primeira vez 4% - derrame pela primeira vez
Obesidade e tabagismo. “Isso indica que a maior parte do aumento de risco foi atribuída a fatores conhecidos, como obesidade, tabagismo, baixa escolaridade e doenças crônicas pré-existentes”, diz Hakulinen. No final, entre as pessoas com problemas cardíacos preexistentes, apenas a ligação entre isolamento social e mortalidade permaneceu estatisticamente significativa após o ajuste com outros fatores. O isolamento social parecia aumentar o risco de morte de uma pessoa em 25% entre aqueles com história de ataque cardíaco e 32% naqueles com história de acidente vascular cerebral. “O resultado sugere que, embora uma vida social vazia não cause problemas cardíacos, pode afetar seriamente a capacidade de recuperação”, diz Hakulinen. “Em teoria, pode ser que os indivíduos que estão se sentindo sozinhos tenham pelo menos algumas redes sociais ativadas depois de ficarem doentes, o que pode não acontecer com quem sofre de isolamento social”, diz Hakulinen, apesar de alertar que o estudo não provou causa e efeito. Ainda assim, as descobertas sugerem que a manutenção de relacionamentos é mais do que um preenchimento, mas um “salva-vidas”. “Seria importante manter os relacionamentos existentes encontrando familiares ou amigos cara a cara”, diz Hakulinen. “Conversar com pessoas com interesses comuns ­– por exemplo, começando um novo hobby – é provavelmente uma boa maneira de fazer novas conexões sociais”. Leia o artigo original aqui .

Compartilhar:


Inscreva-se na nossa Newsletter!

Inscreva-se na nossa Newsletter!


Seu encontro marcado todo mês com muito bem-estar e qualidade de vida!

Grau Plenae

Para empresas
Utilizamos cookies com base em nossos interesses legítimos, para melhorar o desempenho do site, analisar como você interage com ele, personalizar o conteúdo que você recebe e medir a eficácia de nossos anúncios. Caso queira saber mais sobre os cookies que utilizamos, por favor acesse nossa Política de Privacidade.
Quero Saber Mais