O tempo das decisões

O tempo das decisões: qual é ele afinal?

28 de Novembro de 2024


O tempo das decisões: qual é ele afinal? Quanto tempo dura uma ideia? Para o que é preciso dedicar longas reflexões e o que demanda um impulso imediato, um sopro de coragem? Há o tempo das decisões e desdobramentos banais, como o tempo de decidir quando um chiclete chegou ao seu fim, por exemplo, porque sabor e textura são subjetivos, interpessoais.

Existe ainda um tempo que não se explica. O relógio no microondas marca um tempo que já passou, eu não sei como arrumar e nem vou, porque sinto que graças a ele, posso andar mais devagar. Aqui, é como se o planeta rotacionasse mais devagar e até ignoro que essa poesia barata me custa atrasos diários.

O atraso, por si só, é também um marco do tempo das decisões. Como se mensura o que é muito ou pouco atraso? Está intimamente ligada à expectativa de quem espera, é claro. Se aquele é um encontro muito ansiado, muito atraso é tolerado. Se há urgência, qualquer dez minutos parece uma grosseria pessoal.

Existem ainda os tempos que não caminham juntos. Quando duas pessoas que são também dois universos diferentes não esperam o mesmo para o futuro. Quando uma delas já se sente próxima para rumar em direção a penhascos mais sólidos enquanto a outra ainda precisa dar os primeiros passos a fim de sentir a solidez do solo debaixo de seus pés.

Por fim, há o tempo que os macro fins demandam. Como saber quando encerrar? É possível prever o suspiro final de uma vida, de uma relação, de um projeto? Quais são as métricas para esse ponto final, para o ato que encerrará e fechará de vez as cortinas? Não há. Parte do processo de fazer as pazes com o fim é entender que é impossível chegar a um cálculo exato para cravá-lo. Ele é, enfim, composto por uma junção de fatores ou simplesmente a suave e bonita sensação de que foi preciso.

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O que será de nós⁠

Um dia, não existiremos mais.

16 de Janeiro de 2023


Um dia, não existiremos mais. Ou pelo menos, não da forma como conhecemos. O contato se dará em uma realidade tão diferente da que conhecemos, que ainda é difícil para muitos concebê-la. Seu corpo físico estará estático, provavelmente sentado em um sofá. Mas sua mente estará vagando em outras possibilidades de vida.⁠

Será no metaverso, o inverso de tudo que conhecemos, mas que oferece uma nova maneira de ser e de estar. Não há como deter uma revolução que anuncia os seus sinais de chegada. É impossível conter a mudança, parte da essência humana, que vem com a força do imprevisível e se instala com a leveza de uma pena, sem que a gente perceba.⁠

Como é possível existir em uma outra realidade, sem abdicar de sua existência nessa daqui, onde já povoamos? Permear por universos onde as coisas podem se dar de maneira diferente e, quem sabe, podemos acertar mais dessa vez? Conhecer novos tipos de expressões de afeto e até de movimentos corporais e construir uma nova sociedade possível, levando em consideração todo o aprendizado que acumulamos com nossos erros?⁠

Toda evolução vem acompanhada de uma mudança coletiva do pensamento. E, o que hoje pode parecer difícil de conceber, amanhã pode ser uma realidade tão sólida que o desafio será pensar: como fazíamos antes disso? Há, como sempre, a forma pessimista e otimista de encarar o mesmo fato.⁠

Mas há ainda uma terceira dimensão, como o próprio metaverso se propõe a ser: podemos encarar essa etapa como algo inevitável, um deslocamento do que somos para o que vamos ser. E o que vamos ser pode ser incrível, só depende de nós mesmos. Você está pronto para receber as mudanças que a sociedade e sua evolução propõe?⁠

O que será de nós⁠ O que será de nós⁠ O que será de nós⁠ O que será de nós⁠

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