O que será de nós⁠

Um dia, não existiremos mais.

16 de Janeiro de 2023


Um dia, não existiremos mais. Ou pelo menos, não da forma como conhecemos. O contato se dará em uma realidade tão diferente da que conhecemos, que ainda é difícil para muitos concebê-la. Seu corpo físico estará estático, provavelmente sentado em um sofá. Mas sua mente estará vagando em outras possibilidades de vida.⁠

Será no metaverso, o inverso de tudo que conhecemos, mas que oferece uma nova maneira de ser e de estar. Não há como deter uma revolução que anuncia os seus sinais de chegada. É impossível conter a mudança, parte da essência humana, que vem com a força do imprevisível e se instala com a leveza de uma pena, sem que a gente perceba.⁠

Como é possível existir em uma outra realidade, sem abdicar de sua existência nessa daqui, onde já povoamos? Permear por universos onde as coisas podem se dar de maneira diferente e, quem sabe, podemos acertar mais dessa vez? Conhecer novos tipos de expressões de afeto e até de movimentos corporais e construir uma nova sociedade possível, levando em consideração todo o aprendizado que acumulamos com nossos erros?⁠

Toda evolução vem acompanhada de uma mudança coletiva do pensamento. E, o que hoje pode parecer difícil de conceber, amanhã pode ser uma realidade tão sólida que o desafio será pensar: como fazíamos antes disso? Há, como sempre, a forma pessimista e otimista de encarar o mesmo fato.⁠

Mas há ainda uma terceira dimensão, como o próprio metaverso se propõe a ser: podemos encarar essa etapa como algo inevitável, um deslocamento do que somos para o que vamos ser. E o que vamos ser pode ser incrível, só depende de nós mesmos. Você está pronto para receber as mudanças que a sociedade e sua evolução propõe?⁠

O que será de nós⁠ O que será de nós⁠ O que será de nós⁠ O que será de nós⁠

Compartilhar:


Para Inspirar

A arte do mindfulness

Conheça um pouco mais sobre a prática dessa atividade milenar, que vem ganhando espaço em uma sociedade moderna e acelerada.

18 de Dezembro de 2018


“Mindfulness (atenção plena) está historicamente associado às técnicas de meditação, originárias das práticas budistas, que transitaram pela psicologia ocidental nas últimas décadas. Existem duas abordagens distintas na literatura atual. Uma é baseada nas práticas congruentes da meditação oriental. Outra exclusivamente ocidental,  não envolve meditação, mas atrai novas distinções sobre os objetos de sua consciência. Vou descrever como a duas abordagens se diferem, quais os pontos considerados problemáticos, as causas e quais práticas são propostas como eficazes. As abordagens serão então integradas dentro de uma estrutura unificadora, que enfoca o desenvolvimento da personalidade. As diferenças entre a abordagem oriental e ocidental da psicologia sobre a natureza da mente, o self, doença mental, bem-estar e os melhores meios de as examinar são tão extensas que seria tolice tentar prosseguir neste curto capítulo. Deve-se ter em mente que a própria dicotomia entre o Oriente e o Ocidente, em todas as suas implicações, pode ser questionada. Estou ciente da impossibilidade de separar totalmente as duas perspectivas. O que pode ser mais útil é focar especificamente nas duas tradições de mindfulness, que atualmente estão ativas na psicologia ocidental. A principal definição atual de mindfulness é que se trata de uma forma de autorregulação da atenção orientada para o presente e caracterizada pela curiosidade, abertura e aceitação. Esta perspectiva está alinhada com a definição de Jon Kabat-Zinn, professor emérito de medicina e diretor-fundador da Clínica de Redução do Stress e do Centro de Atenção Plena em Medicina na Escola Médica da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos. Para ele, mindfulness é intencional, presente, consciência sem julgamento. Em alternativa, a partir da abordagem não-meditativa, que é exclusivamente ocidental em sua predisposição, a professora de psicologia da Universidade Harvard, Ellen Langer , apresenta o mindfulness como o que resulta de se estar no presente, sensível ao contexto e em perspectiva, além de guiado (mas não governado) por regras e rotinas. Os dois conjuntos de definições parecem ser surpreendentemente diferentes. No entanto, como veremos em um exame mais atento, as singularidades de cada abordagem podem ser colocadas dentro de uma estrutura subjacente, em que cada uma contribui para a elucidação da outra. Para fazer isso, no entanto, precisamos começar com as diferenças.” Leia o capítulo completo aqui . * Editado por Amanda Ie, Christelle T. Ngnoumen e Ellen J. Langer.

Compartilhar:


Inscreva-se na nossa Newsletter!

Inscreva-se na nossa Newsletter!


Seu encontro marcado todo mês com muito bem-estar e qualidade de vida!

Grau Plenae

Para empresas
Utilizamos cookies com base em nossos interesses legítimos, para melhorar o desempenho do site, analisar como você interage com ele, personalizar o conteúdo que você recebe e medir a eficácia de nossos anúncios. Caso queira saber mais sobre os cookies que utilizamos, por favor acesse nossa Política de Privacidade.
Quero Saber Mais