O que querem as mulheres

Há mulheres que sonharam com o espaço sideral e as muitas fórmulas necessárias para se alcançar a Lua

11 de Março de 2024


Há mulheres que sonharam com o espaço sideral e as muitas fórmulas necessárias para se alcançar a Lua. Outras sonharam com as ferragens que compõem um automóvel e há as que sonharam com os instrumentos cirúrgicos, tão inofensivos à primeira vista, mas capazes de abrirem um corpo.

Há mulheres que sonharam em publicar seus livros para que o mundo inteiro pudesse ler o que elas pensavam. Outras também sonharam em ter suas ideias difundidas, mas de cima de um palanque, articulando leis e mediando acordos sem nunca negociarem seus ideais.

Muitas e muitas mulheres que amam ser mães, mas amam também um punhado de tantas outras coisas. Há mulheres que sonhavam em ganhar o mundo, ainda que esse mundo fosse só o seu, e mudar toda uma realidade, ainda que essa realidade fosse só a sua.

Quantas mulheres geniais se mantiveram no espaço sagrado que é o lar, mas sem nunca poderem voar para além daquelas linhas, guardando dentro de si um potencial que nunca pudemos de fato conhecer. Quantas outras ousaram tentar e foram desencorajadas por terceiros ou por uma insegurança que rege seus mais profundos medos, cultivadas por anos.

Vivemos hoje um respiro, uma brisa leve de boas mudanças, que começam a florescer lentamente, é verdade, mas já despontam seus primeiros brotos. São tempos onde o mistério do que as mulheres verdadeiramente querem começa a ser desvendado e o caminho para esse segredo vir à tona é um só: deixar que elas mesmas contem. Que essas vozes de todos os timbres, cores e anseios nunca seja silenciada e ecoe por todas as próximas gerações. Feliz dia das muitas mulheres possíveis que habitam dentro de cada uma!

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Para Inspirar

A arte do mindfulness

Conheça um pouco mais sobre a prática dessa atividade milenar, que vem ganhando espaço em uma sociedade moderna e acelerada.

18 de Dezembro de 2018


“Mindfulness (atenção plena) está historicamente associado às técnicas de meditação, originárias das práticas budistas, que transitaram pela psicologia ocidental nas últimas décadas. Existem duas abordagens distintas na literatura atual. Uma é baseada nas práticas congruentes da meditação oriental. Outra exclusivamente ocidental,  não envolve meditação, mas atrai novas distinções sobre os objetos de sua consciência. Vou descrever como a duas abordagens se diferem, quais os pontos considerados problemáticos, as causas e quais práticas são propostas como eficazes. As abordagens serão então integradas dentro de uma estrutura unificadora, que enfoca o desenvolvimento da personalidade. As diferenças entre a abordagem oriental e ocidental da psicologia sobre a natureza da mente, o self, doença mental, bem-estar e os melhores meios de as examinar são tão extensas que seria tolice tentar prosseguir neste curto capítulo. Deve-se ter em mente que a própria dicotomia entre o Oriente e o Ocidente, em todas as suas implicações, pode ser questionada. Estou ciente da impossibilidade de separar totalmente as duas perspectivas. O que pode ser mais útil é focar especificamente nas duas tradições de mindfulness, que atualmente estão ativas na psicologia ocidental. A principal definição atual de mindfulness é que se trata de uma forma de autorregulação da atenção orientada para o presente e caracterizada pela curiosidade, abertura e aceitação. Esta perspectiva está alinhada com a definição de Jon Kabat-Zinn, professor emérito de medicina e diretor-fundador da Clínica de Redução do Stress e do Centro de Atenção Plena em Medicina na Escola Médica da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos. Para ele, mindfulness é intencional, presente, consciência sem julgamento. Em alternativa, a partir da abordagem não-meditativa, que é exclusivamente ocidental em sua predisposição, a professora de psicologia da Universidade Harvard, Ellen Langer , apresenta o mindfulness como o que resulta de se estar no presente, sensível ao contexto e em perspectiva, além de guiado (mas não governado) por regras e rotinas. Os dois conjuntos de definições parecem ser surpreendentemente diferentes. No entanto, como veremos em um exame mais atento, as singularidades de cada abordagem podem ser colocadas dentro de uma estrutura subjacente, em que cada uma contribui para a elucidação da outra. Para fazer isso, no entanto, precisamos começar com as diferenças.” Leia o capítulo completo aqui . * Editado por Amanda Ie, Christelle T. Ngnoumen e Ellen J. Langer.

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