O que mora no folclore

A imaginação coletiva anuncia: está chegando mais uma história para contar.

23 de Agosto de 2024


A imaginação coletiva anuncia: está chegando mais uma história para contar. Caipora, curupira, cuca, lobisomem - não importa o protagonista, mas sim, o que ele pode nos causar. A imaginação sendo fertilizada como os solos desse país que insiste justamente nessa fertilidade em tudo que toca, seja um plantio ou um simples conto.  

Boitatá, Sereia Iara, Boto cor de rosa, Vitória Régia e Chico Rei: é possível passar uma noite inteira só desvendado os mistérios por trás de linhas aparentemente inofensivas, mas que guardam dentro de si a sabedoria e a beleza de uma pátria inteira.  

O folclore é tão nosso quanto nossos mares e nossas árvores. É um patrimônio tão fundamental quanto nossos tantos edifícios históricos. São oralidades passadas ao longo dos séculos que veem, em suas ligeiras mudanças de narrativas de uma geração para a outra, as mudanças refletidas daquela sociedade, naquele presente momento.  

Essa flexibilidade abarca as alterações urgentes que as novas décadas exigem. É preciso cortar tudo aquilo que já pode ter fortalecido velhos preconceitos. Revisitar a história do Saci pererê, do negrinho do pastoreiro, dos escravos de jó, do boi da cara preta e qual mais for necessária. Não há o que temer, engrandecemos quando abraçamos o diferente e deixamos no passado o que deveria mesmo ter ficado lá.  

Garantiremos a existência de tudo que veio antes e tudo que virá depois enquanto contarmos e perpetuarmos histórias. É nesse ato que se guarda um bem muito precioso e invisível a olho nu, aquilo que não se pode tocar e nem mesmo definir ao certo, mas indissociável de quem somos ou quem pretendemos ser, que a nossa tradição. Viva o Dia do Folclore, viva a cultura brasileira, a diversidade e o poder de transformar tanta bagagem em uma linda e colorida viagem lúdica!

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Para Inspirar

Solteiros vivem duas vezes menos que casados

Ter um parceiro na meia idade é um importante fator de proteção contra a morte prematura: os solteiros apresentam o dobro de probabilidades de morrer antes que os casados.

3 de Maio de 2018


Ter um parceiro na meia idade é um importante fator de proteção contra a morte prematura: os solteiros apresentam o dobro de probabilidades de morrer antes que os casados. Essa é a conclusão de um estudo da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, que avaliou 5 mil ex-alunos da Universidade da Carolina do Norte – uma pesquisa ainda em andamento com pessoas nascidas na década de 1940. O objetivo era validar o peso dos laços sociais durante a meia idade. Entre as descobertas, a importância de substituir um parceiro perdido. Divorciados ou viúvos que não voltam a se relacionar diminuem as chances de chegar à velhice. Leia o artigo original aqui.

Fonte: Ilene C. Siegler, Beverly H. Brummett, Peter Martin, Michael J. Helms. “Consistency and Timing of Marital Transitions and Survival During Midlife: the Role of Personality and Health Risk Behaviors.” Annals of Behavioral Medicine, January 2013. Síntese: Equipe Plenae

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