Para Inspirar

O que é melhor para o relacionamento: semelhança ou diferença?

A psicologia dá o veredito de uma questão que há muito permeia na sociedade

3 de Abril de 2019


Se houvesse uma lista do que as pessoas esperam de um relacionamento amoroso, provavelmente não faltaria amor, entendimento mútuo, atração sexual, harmonia e colaboração. Em outras palavras, os sentimento positivos ligados à harmonia seriam em maior número do que os negativos, aqueles que provocam rusgas e brigas. Mas, sem as diferenças, segundo os cientistas, nem o desejo sexual sobreviveria. Na série Conscious Aging ( Consciência do Envelhecimento ) – do instituto The Wisdom Factory , que estuda questões relativas à consciência, mente e espírito –, a professora e psicóloga austríaca, especializada em terapia cognitiva comportamental, Michaela Boehm deu alguns insights sobre por que não conseguimos o que queremos –sempre que queremos tudo ao mesmo tempo. Quando um casal tem muito em comum, as semelhanças criam harmonia e compreensão facilmente. A atração sexual e o desejo, por outro lado, estão fundamentados no atrito, na fricção, ou seja, nas diferenças que criam uma certa tensão, necessária para esse tipo de desejo. Simplicidade e diferença na vida sexual. Então, quando estamos em harmonia e sincronia, temos menos apetite sexual do que quando temos algumas faíscas de qualquer atrito que possa haver. “Sempre me perguntei como os casais poderiam lutar durante o dia e depois ir para a cama juntos à noite, felizes”, diz Michaela. “Na minha opinião, isso só é possível quando eles aceitam o atrito como normal e não são condicionados pelo valor geral da harmonia.” Tantra e Sexualidade. Este ponto foi um dos destaques durante a conversa com Michaela Boehm. Você pode assistir ao vídeo do bate-papo aqui . Atualmente a psicóloga é um dos nomes mais procurados para palestras e entrevistas sobre sexualidade e intimidade no mundo. Leia o artigo original aqui .

Compartilhar:


Para Inspirar

Poluição pode levar à demência

Apesar de todos saberem que a poluição faz mal para o organismo, poucos sabem que quanto mais finas forem as partículas desses compostos, mais nocivas elas são à saúde.

17 de Julho de 2018


Apesar de todos saberem que a poluição faz mal para o organismo, poucos sabem que quanto mais finas forem as partículas desses compostos, mais nocivas elas são à saúde. Entre outras consequências: asma, câncer de pulmão e, detectou-se mais recentemente, doenças cardíacas. Evidências sugerem que a exposição também pode prejudicar o cérebro, acelerando o envelhecimento cognitivo, levando ao aumento do risco de doença de Alzheimer e de outras formas de demência. A Universidade do Sul da Califórnia (USC) resolveu medir essas partículas. O teste de medição. Em um estacionamento a céu aberto, a 100 metros do lado esquerdo de uma movimentada rodovia americana, uma mangueira de alumínio sai de um reboque branco. A cada minuto, absorve centenas de galões de ar misturados com gases do escapamento de aproximadamente 300 mil carros e caminhões a diesel que passam por ali todos os dias. Agachado dentro do trailer, um jovem engenheiro químico chamado Arian Saffari, que trabalha no laboratório da universidade, levanta a tampa de um cilindro de fuligem preso à mangueira – parte de um sofisticado sistema de filtragem que captura e classifica poluentes por tamanho. Nele, há uma carga muito útil para a pesquisa: sulfato, nitrato, amônio, carbono preto e partículas de metais pesados ​​pelo menos 200 vezes menores do que a largura de um cabelo humano. Toxidade e tamanho das partículas. As partículas são finas demais para muitos sensores de poluição do ar conseguirem medi-las com precisão, diz Saffari, que trabalha em um laboratório liderado por Constantinos Sioutas na USC. Tipicamente menor do que 0,2 μm de diâmetro, essas partículas “ultrafinas” se enquadram em uma classe mais ampla de poluentes atmosféricos comumente referidos como PM2.5 por seu tamanho, 2,5 μm ou menos. Quando se trata de toxicidade, o tamanho importa: quanto menores as partículas às quais as células estão expostas, diz Saffari, maiores os níveis de estresse oxidativo, marcados pela produção de moléculas quimicamente reativas, como os peróxidos, que podem prejudicar o DNA e outras estruturas celulares. Controvérsia. A ligação entre a poluição do ar e a demência permanece controversa. Até mesmo os defensores alertam que é necessária mais pesquisa para confirmar uma conexão causal e descobrir exatamente como as partículas podem entrar no cérebro e causar algum mal. Por outro lado, disparam alarmes para essa possibilidade um número crescente de estudos epidemiológicos de todo o mundo, descobertas a partir de pesquisas em animais e de imagem do cérebro humano e técnicas cada vez mais sofisticadas para modelagem de exposições de PM2.5. De fato, em um estudo epidemiológico de 11 anos publicado no ano passado no website Translacional Psychiatria , da revista científica Nature, pesquisadores da USC relatam que viver em lugares com exposições de PM2.5 acima do padrão da Agência de Proteção Ambiental (EPA) de 12 μg/m³ quase dobrou o risco de demência em mulheres mais velhas. Se a descoberta se estender à população em geral, a poluição do ar pode representar cerca de 21% dos casos de demência em todo o mundo, diz o principal autor do estudo, o epidemiologista Jiu-Chiuan Chen, da Keck School of Medicine na USC. Leia o artigo completo aqui. Fonte: Emily Underwood Síntese: Equipe Plenae

Compartilhar:


Inscreva-se na nossa Newsletter!

Inscreva-se na nossa Newsletter!


Seu encontro marcado todo mês com muito bem-estar e qualidade de vida!

Grau Plenae

Para empresas
Utilizamos cookies com base em nossos interesses legítimos, para melhorar o desempenho do site, analisar como você interage com ele, personalizar o conteúdo que você recebe e medir a eficácia de nossos anúncios. Caso queira saber mais sobre os cookies que utilizamos, por favor acesse nossa Política de Privacidade.
Quero Saber Mais