O despertar do esporte

A sensação de dever cumprido depois de um treino feito logo cedo ou no final do dia, com muito esforço, mas a certeza da recompensa.

25 de Março de 2024


A sensação de dever cumprido depois de um treino feito logo cedo ou no final do dia, com muito esforço, mas a certeza da recompensa. Sentir a endorfina correndo pelas veias depois de calçar seus tênis e sair correndo com a música pulsando em seus ouvidos. A alegria de se deparar com a linha de chegada e todos os esforços pessoais que só você sabe ter batido em uma "simples" corrida. 

Dançar com um sorriso no rosto, acertando ou errando cada passo, pois não importa: a métrica de sucesso aqui é se divertir. Dar longas braçadas em uma piscina e sentir a água como extensão do próprio corpo. Respirar de forma ritmada em uma sessão de yoga, segurar uma raquete com força e graça ao mesmo tempo, gritar gol bem alto em uma partida de futebol que passou tão rápido e você só percebeu ao apito do juiz.  

A pontuação do vôlei, do basquete, do handball, tão dinâmicas quanto suas próprias regras, tão rápidas quanto o próprio tempo dos passes, tão divertidas e estimulantes quanto o próprio jogo. O skate, ainda um jovem entre tantos outros mais velhos, que vem descobrindo a alegria do ineditismo como uma criança desbravando novos mundos. A beleza de uma ginasta que esconde por trás dos movimentos precisos e do sorriso no rosto uma força e um foco que não condizem com o seu tamanho. 

O esporte não é uma paixão à primeira vista para todos. Para a maioria de nós, isso acontece por não ter sido devidamente estimulado no começo de nossas vidas, momento propício para isso. A verdade é que essa (A) ausência de estímulo ainda na infância dificulta muito lá na frente o entendimento de que movimentar nosso corpo é também uma forma de amor e autocuidado consigo mesmo.  

Pouco importa a modalidade, o segredo mora em se apaixonar pelo processo sem focar no resultado final e descobrir-se capaz de qualquer coisa quando se tem garra e paciência. E você, é movido pelo esporte?

O despertar do esporte O despertar do esporte O despertar do esporte O despertar do esporte

Compartilhar:


Para Inspirar

Diversão é essencial para o envelhecimento saudável

É possível restringir as experiências e abandonar as indulgências em troca de uma vida usufruída com mais cuidado para ganhar mais tempo?

26 de Fevereiro de 2019


Globalmente, o homem tem um tempo médio de vida de 71,4 anos. Alguns sortudos excedem os 100 anos. Não há registro de ninguém que tenha ultrapassado os 122 anos e 164 dias vividos pela francesa Jeanne Calment . A maioria das pessoas gostaria de receber um pouco da magia dessa francesa e, nesse sentido, já fizemos algum progresso. A expectativa de vida norte-americana excede a média global, registrando um pouco menos de 79 anos. Em 1900, era pouco mais de 47 anos. As décadas extras foram cortesia das vacinas, dos antibióticos, do saneamento e da melhor detecção e tratamento de uma série de doenças. Avanços na genética e na compreensão sobre demência estão ajudando a ampliar ainda mais as garantias de vida mais longa. Nada disso, no entanto, muda a forma como contemplamos o fim da vida – muitas vezes com ansiedade ou resignação, praticando uma espécie de barganha existencial: é possível restringir as experiências e abandonar as indulgências em troca de uma vida usufruída com mais cuidado para ganhar mais tempo. Otimismo e bom humor. E se pudéssemos viver mais sem tantos cuidados e privações? Que tal ter uma vida longa realmente divertida? Um estudo da Universidade Yale, EUA, descobriu que em um grupo de 4.765 pessoas com idade média de 72 anos, aqueles que carregavam uma variante genética ligada à demência – mas também tinham atitudes positivas em relação ao envelhecimento – tinham 50% menos chances de desenvolver o distúrbio do que pessoas que enfrentavam o envelhecimento com mais pessimismo ou medo. Desta forma, pode haver algo ainda a ser descoberto que ajude no envelhecimento com menos restrições. Talvez, você queira deixar o silêncio do campo para a agitação de uma cidade. Talvez, você queira beber um pouco, comer uma refeição farta e fazer sexo e ainda assim viver uma vida longa e plena. “Jogue fora as listas!", diz Howard Friedman, professor de psicologia da Universidade da Califórnia, EUA, e coautor do livro O Projeto Longevidade , lançado no Brasil pela editora Prumo. “Vivemos em uma sociedade de autoajuda cheia de listas: emagrecer, suar na academia... Então, por que não somos todos saudáveis? As pessoas que vivem muito tempo podem trabalhar duro e se divertir muito também”. Será que vale a pena correr o risco? Leia o artigo completo aqui . Fontes: Jeffrey Kluger e Alexandra Sifferlin Síntese: Equipe Plenae

Compartilhar:


Inscreva-se na nossa Newsletter!

Inscreva-se na nossa Newsletter!


Seu encontro marcado todo mês com muito bem-estar e qualidade de vida!

Grau Plenae

Para empresas
Utilizamos cookies com base em nossos interesses legítimos, para melhorar o desempenho do site, analisar como você interage com ele, personalizar o conteúdo que você recebe e medir a eficácia de nossos anúncios. Caso queira saber mais sobre os cookies que utilizamos, por favor acesse nossa Política de Privacidade.
Quero Saber Mais