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Longevidade aumenta na medida que prato fica mais saudável

Ao longo dos anos, alterar vagarosamente a dieta impacta, sim, na qualidade e no tempo de vida.

17 de Julho de 2018


Ninguém precisa dormir carnívoro e acordar um vegano. Esqueça o radicalismo! Ao longo dos anos, alterar vagarosamente a dieta impacta, sim, na qualidade e no tempo de vida. Pequenas mudanças geram grandes benefícios à saúde. Foi o que verificaram os pesquisadores de um novo estudo publicado no New England Journal of Medicine.

O estudo

O resultado veio a partir do acompanhamento de 73.700 homens e mulheres por 12 anos com o objetivo de identificar as mudanças no prato – para melhor ou pior. Os participantes registraram a dieta típica no início do estudo e, em seguida, preencheram um questionário sobre os hábitos alimentares a cada quatro anos ao longo de 12 anos.

Os pesquisadores identificaram as dietas classificando a qualidade dos alimentos, incluindo vegetais, frutas, grãos integrais, nozes, carne vermelha, peixe e produtos lácteos, bem como bebidas açucaradas. A partir daí, avaliaram o quanto os hábitos alimentares do grupo foram mudando.

As pessoas que comeram alimentos mais saudáveis ​apresentaram menor risco de morrer durante o período de estudo. Quanto mais alimentos saudáveis ​​na dieta, menores os riscos para a saúde. Aqueles que pioraram a qualidade do prato viram seus riscos aumentarem durante o estudo.

Importante

A boa notícia é que qualquer melhora positiva no prato ajuda na longevidade. Modificá-la em apenas 20% foi associado a um risco de 8% a 17% menor de morte prematura. Por outro lado, adicionar ao prato 20% a mais de comida não saudável, aumenta a chance de morte prematura de 6 a 12%.

Em outras palavras, adicionar comida nutricionalmente melhor tem maior impacto do que aumentar as ruis. Mesmo o consumo de apenas uma refeição saudável por dia parece ajudar. Trocar uma porção de carne vermelha ou processada por castanhas ​​ou leguminosas proporcionou uma queda de 8% até 17% no risco de morte prematura.

Leia o artigo original aqui.

Fonte: ALICE PARK
Síntese: Equipe Plenae

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Pobreza limita mobilidade social

Melhorar a vida das famílias carentes é essencial para que seus filhos tenham um futuro próspero.

26 de Junho de 2018


Melhorar a vida das famílias carentes é essencial para que seus filhos tenham um futuro próspero. Pesquisadoras – do Instituto Urbano, nos Estados Unidos, órgão especializado em estatísticas e análises socioeconômicas – apontam que hoje, nos estados americanos, nove milhões de crianças vivem na pobreza até os 17 anos. Uma condição considerada como fator limitante para a mobilidade social. Desses nove milhões de menores de idade, 56% são negras, 36% brancas e 8% de outra raça ou etnia. Foram considerados apenas os dois maiores grupos. Os números apontam que seis de cada dez completam o ensino médio, um índice 30% menor do que o dos filhos de famílias com maiores recursos. Com o passar da idade, apenas um terço consegue emprego sólido ou continua a estudar entre os 25 e 30 anos. Entre os jovens mais abastados, esse índice é 20% maior. Mas existem meios de mudar esse ciclo vicioso.

Ferramentas de mobilidade social.

O instituto apontou quatros estratégias que podem fazer com que mais crianças tenham acesso a um futuro melhor:
  1. Conectar as famílias com os recursos para os quais são elegíveis, assegurando que os pais em situação de pobreza tenham acesso a benefícios e serviços antes do nascimento do filho ou no hospital.
  2. Direcionar os pais a empregos subsidiados, além de desenvolver programas de educação e treinamento aos menos instruídos.
  3. Usar os programas sociais de suplementação de renda de forma a atender às carências de toda a família, principalmente as que possuem crianças e jovens.
  4. Desenvolver estratégias que abordem as condições de bairros e escolas de crianças que vivem na pobreza, bem como programas que ajudem as famílias a mudar para regiões com melhores colégios e oportunidades.
Leia o artigo completo aqui.

Fonte: Predictors of persistently poor children's economic success Síntese: Equipe Plenae

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