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Estilo de vida saudável aumenta a vida em uma década

Manter uma dieta saudável, fazer exercícios regularmente, beber apenas com moderação, não fumar e manter um peso corporal saudável compreendem as cinco escolhas simples, porém poderosas.

29 de Março de 2019


Manter uma dieta saudável, fazer exercícios regularmente, beber apenas com moderação, não fumar e manter um peso corporal saudável compreendem as cinco escolhas simples, porém poderosas. De acordo com o estudo publicado na revista Circulation , elas podem aumentar em média dez anos o tempo de vida . Mais especificamente, no caso de uma mulher de 50 anos, 14 anos a mais; para o homem da mesma faixa etária, 12 anos. Os resultados ressaltam a importância de fazer pequenas, mas impactantes mudanças na saúde e nas rotinas diárias.  Seguir os conselhos de bem-estar não é uma questão de moda, mas de vida. O estudo. Pesquisadores das universidades Harvard e de Cambridge analisaram dados de dois grandes estudos americanos de profissionais de saúde. Usaram mostras de quase 79.000 mulheres e mais de 44.300 homens. As pessoas preencheram questionários detalhados sobre hábitos de saúde e estilo de vida a cada dois ou quatro anos, e foram monitoradas para que se verificasse o nível de adesão aos cinco comportamentos destacados pelo estudo. Os índices usados. De cada dez participantes, quatro foram selecionados com base na sua pontuação no Índice de Alimentação Saudável. Para isso, precisavam beber moderadamente – um copo ou menos de bebida alcoólica por dia para mulheres e dois para homens. Precisavam apresentar peso corporal saudável, com índice de massa corporal entre 18,5 e 24,9. E, finalmente, foram considerados ativos, que fizesse ao menos 30 minutos de atividade física por dia. Além de tudo isso, o indivíduo não poderia nunca ter tido o hábito de fumar. Método. Os pesquisadores acompanharam o grupo por 34 anos. Durante esse tempo, mais de 42.000 pessoas morreram. Quase 14.000 foram vítimas de câncer, de acordo com o estudo, e 10.700, de doenças cardiovasculares. Os participantes que seguiram os cinco hábitos saudáveis tiveram: 74% menos propensão de morrer durante o período do que os que não aderiram. 82% menos probabilidade de morrer de doenças cardiovasculares. 65% menos chances de morrer de câncer. Essas diminuições de risco se correlacionam com mais de 10 anos de vida extra, de acordo com a pesquisa – um grande salto, especialmente nos Estados Unidos, onde a expectativa de vida é menor do que a de outros países desenvolvidos. Leia o artigo original aqui .

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Exercício leve pode ajudar a proteger contra o Alzheimer

Você nem precisa dar 10.000 passos por dia para obter o benefício, sugere uma nova pesquisa

30 de Agosto de 2019


Você já sabe que o exercício é importante para manter seu corpo saudável à medida que envelhece. No entanto, mais e mais pesquisas sugerem que ele também desempenha um papel em manter sua mente afiada. A atividade física pode, inclusive, ajudar a proteger contra o Alzheimer, um distúrbio cerebral progressivo marcado por problemas de memória e declínio cognitivo. De acordo com nova pesquisa publicada no periódico JAMA Neurology, você nem precisa exagerar nos exercícios para receber esses benefícios.

Pesquisa

Os pesquisadores analisaram 182 idosos com idade média de 73 anos. Os participantes usaram um pedômetro para contar quantos passos davam por dia. No estudo, os cientistas queriam verificar se mais atividade física levaria a uma desaceleração do acúmulo de beta-amiloide, um tipo de proteína que se acumula no cérebro e interrompe os sinais de comunicação entre as células. A beta-amiloide é considerada uma das maiores responsáveis pelo Alzheimer.

Resultado

Durante sete dias consecutivos, os passos dos participantes foram registrados. Os pesquisadores descobriram que uma maior atividade física durante o acompanhamento estava associada a um acúmulo mais lento de beta-amiloide. E não é como se essas pessoas de repente começaram a ir ao CrossFit.

Os benefícios cerebrais foram observados com um pequeno aumento na prática de exercícios - de 5.600 para 8.900 passos por dia. "O ponto principal é que tudo conta quando se fala de atividade física", disse à Runner's World o co-autor do estudo, Jasmeer Chhatwal, professor assistente de neurologia da Harvard Medical School.

Explicação

Ainda não se sabe por que o exercício causa esse efeito, acrescentou Chhatwal. Porém, estudos anteriores vincularam a atividade física a um bom ritmo circadiano, associado à melhora a qualidade do sono. E, como a ciência sabe, o sono é crucial para a limpeza de proteínas que prejudicam o cérebro.

O estudo também analisou fatores de risco vasculares - como pressão alta, diabetes, tabagismo e obesidade -, mas os resultados não foram tão notáveis, segundo Chhatwal. Segundo os pesquisadores, o estudo tem limitações. Primeiro, o rastreamento foi feito apenas por uma semana. Segundo, a intensidade dos passos não foi medida. No entanto, Chhatwal disse que este é um bom ponto de partida para observar a forte conexão entre exercício e a boa saúde cerebral.

Fonte: Elizabeth Millard, para Runner's World
Síntese: Equipe Plenae
Leia o artigo original aqui.

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