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Contato com a natureza é terapêutico

Ter o costume de caminhar no parque e sair da cidade no fim de semana são hábitos que comprovadamente fazem bem ao ser humano.

3 de Maio de 2018


Ter o costume de caminhar no parque e sair da cidade no fim de semana são hábitos que comprovadamente fazem bem ao ser humano. Os pesquisadores Colin Capaldi, Raelyne Dopko e John Zelenski, do Departamento de Psicologia da Universidade Carleton, no Canadá, sugerem que o contato com a natureza melhora a cognição, o humor e consequentemente a saúde em geral.

Resumindo, o indivíduo se sente mais feliz. Quanto maior a conexão com o verde, segundo eles, maior o estado de felicidade. Entre as sensações positivas relatadas, o aumento da vitalidade foi a mais comum entre os participantes, seguida pelo afeto e satisfação com a vida. A variação entre idade média e gênero entre o grupo de pessoas analisadas não implicou em diferenças significativas nos resultados.
Personalidade potencializa efeitos

Os pesquisadores perceberam que o aumento da cognição e da afetividade é maior nas pessoas que diziam gostar de estar em contato com o verde. Quem se sente ligado à natureza é mais feliz, independentemente de quanto conviva com o verde. Por isso, o estudo destaca a importância da análise da personalidade ao examinar os benefícios psicológicos.

Sentir-se conectado com a natureza e feliz são sensações muito próximas e uma alimenta a outra. Em outras palavras: sair da cidade para respirar um pouco de ar puro é ainda mais importante para quem não tem nenhuma afinidade com a natureza.

Fonte: Frontiers Media AS
Síntese: Equipe Plenae
Veja a pesquisa completa aqui.

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Envelhecimento populacional, o desafio do século

O envelhecimento da população é um dos maiores acontecimentos globais do século XXI – e vem possibilitando avanços notáveis em medicina, ciência e saúde pública.

22 de Novembro de 2018


O envelhecimento da população é um dos maiores acontecimentos globais do século XXI – e vem possibilitando avanços notáveis em medicina, ciência e saúde pública. A reconfiguração do perfil populacional coloca à disposição um novo recurso de capital humano. Mas será que ele, de fato, está disponível para o mundo? Essa oportunidade será capitalizada? A mudança demográfica exige novas reflexões e ações, avisa o relatório do Instituto Milken – centro americano independente de inovação financeiras e sociais – e a filantrópica Fundação John Templeton – especializada em pesquisas sobre propósitos de vida. Há a convicção que chegou a hora de uma mudança cultural. Para isso, é urgente reconhecer a nova face do envelhecimento e traçar perspectivas de futuro para essa geração. Planejamento. Os centros de pesquisas chamam atenção para ações de incentivo e habilitação de vidas com um propósito. Ações que nunca foram tão cruciais – tanto para os indivíduos como para o benefício para a sociedade como um todo. O aumento dessa população fornece terreno fértil para realizar esse objetivo. A partir do momento que idosos são envolvidos em trabalhos produtivos, voluntariados e atividades cívicas, promove-se o enriquecimento de vidas e se desenha um futuro melhor para todos, com significado e propósito. Meios. Efetuar mudanças culturais e aproveitar esses recursos humanos são problemas complexos encontrados no cruzamento entre negócios, saúde, educação, comunicações e filantropia. O lema da Fundação Templeton – “Quão pouco sabemos, quão ansiosos estamos para aprender” – sustenta o desejo para um diálogo aberto e informado entre cientistas, líderes empresariais, políticos, jornalistas, educadores, teólogos e público. O debate é importante para os insights e soluções de um desafio histórico. A missão do Instituto Milken é melhorar vidas por meio do avanço econômico inovador, com soluções políticas que criam empregos, ampliam o acesso ao capital, melhoram a saúde e que alimentam nosso compromisso de incentivar o engajamento, a produtividade e o propósito entre pessoas mais velhas. O objetivo. O relatório foi escrito, segundo os institutos, no espírito de divulgação de informações importantes, listando soluções não-partidárias e realizando impacto positivo. Buscamos transformar ideias em ação, reenquadrando o envelhecimento, incentivando a cooperação intergeracional e mudança de vidas nos Estados Unidos como em todo o mundo. É o reconhecimento do significado econômico, político e social da população mais velha. “Estamos confiantes de que a conversa iniciada aqui, estimulará novas formas de pensar e a inovação”, dizem as entidades. Leia o artigo completo aqui . Fonte: Milken Institute Síntese: Equipe Plenae

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