Para Inspirar

Algoritmo promete mudar comportamentos

Está saindo do forno uma nova ferramenta virtual que pode ajudar muitas pessoas na mudança de hábitos.

28 de Junho de 2018


Está saindo do forno uma nova ferramenta virtual que pode ajudar muitas pessoas na mudança de hábitos. Métodos de pesquisa usados em psicologia para entender os principais traços das personalidades, a psicometria é a base do trabalho do pesquisador norte-americano John Galen Buckwalter, que está desenvolvendo uma métrica comportamental para ser usada em escala. A ideia pode auxiliar muitas pessoas a saírem de ciclos viciosos. “Por exemplo, há muitos correntistas que lutam para não ficar com a conta do banco no vermelho. De outro lado, as empresas de cartão de crédito, com essas informações em mãos, podem aprender a detectar os comportamentos prejudiciais e desencadeantes e agir ativamente para evitar dívidas que levam à inadimplência”, explica. Buckwalter é o principal desenvolvedor do algoritmo do website de relacionamentos mais confiável dos Estados Unidos, eHarmony . Também dirige a área de tecnologia psyML , empresa que cresceu da necessidade de se entender os relacionamentos das pessoas nas redes sociais. “A possibilidade de termos um processo de psicometria on-line é que irá garantir seu uso em escala. Isso será um presente para os psicólogos.” Assista a entrevista na íntegra (em inglês, com opção para legendas automáticas em português) para ter mais informações sobre psicometria, suas aplicações atuais e futuras em tecnologia e como o pioneiro da namoro on-line conheceu sua mulher. Acesse o artigo original aqui.

Fonte: Singularity Hub Staff Síntese: Equipe Plenae

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Para Inspirar

A idade não prova nada (nem juventude)

O tempo e a qualidade de vida aumentaram tanto no último século que se fazem necessárias novas métricas para determinar quando começa e termina a juventude, a maturidade e a velhice.

16 de Maio de 2018


O tempo e a qualidade de vida aumentaram tanto no último século que se fazem necessárias novas métricas para determinar quando começa e termina a juventude, a maturidade e a velhice. Especialistas trabalham no reajuste dessas faixas etárias, rediscutindo conceitos subjetivos, diretamente impactados pelas variáveis econômicas, culturais e sociais. Em um mundo tão grande e com realidades tão diferentes, o trabalho vai ser longo. Em uma questão todos concordam: a população está passando por um processo “descronologização”, diz Guita Grin Deberta, professora de antropologia da Unicamp. A aparência e os hábitos não correspondem mais aos números que cada um porta na certidão de nascimento. Sergei Scherbov – um dos maiores especialistas mundiais em métrica populacional e diretor de demografia do International Institute for Applied Systems Analysis – afirma, por exemplo, que os 60 podem ser os novos 50. Isso quer dizer que o sessentão de hoje é mais jovem do que o do século passado? Pelo menos em termos de oportunidades futuras, parece que sim. Assim, em vez de contar o número de anos já vividos, Scherbov analisa quantos anos há em média de vida pela frente. Por exemplo, nos anos 2000, um australiano de 62 anos poderia planejar mais 19 anos e meio de estrada. Em 1950, para alguém contar com o mesmo tempo de futuro, era preciso ser oito anos mais novo. “Tratar o envelhecimento com base apenas na idade cronológica é incompleto e inadequado", diz Scherbov. Quando começa a velhice? Essa foi a pergunta realizada por uma pesquisa do Datafolha para 2.732 brasileiros com mais de 16 anos. A maioria das respostas variaram entre 57,8 a 68,9 anos. Não souberam responder 10% dos entrevistados. Outro dado levantado, o fim da juventude, também flutuou, entre 29,7 e 43,5 anos. Também chama a atenção respostas extremas, como a juventude termina aos 14 e a velhice começa aos 100 anos. Os idosos do Brasil. Em 2000, eram 9,7 milhões com 65 anos ou mais – menos de 6% da população. O número dobrou para 17,6 milhões em 2017, superando 8%. Em 2030, 30 milhões de brasileiros (ou 13% do total) estarão acima dos 65 anos, na estimativa do IBGE. Sinal de que o país está cada vez mais velho? Para quem conta anos já vividos, sim. Leia o artigo completo aqui. Fonte: ANA ESTELA DE SOUSA PINTO, para Folha de S.Paulo Síntese: Equipe Plenae

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