A valsa da longevidade

Há um quê de beleza na vida que vai passando em sua marcha por vezes lenta, por vezes mais rápida do que gostaríamos.

20 de Novembro de 2022


Há um quê de beleza na vida que vai passando em sua marcha por vezes lenta, por vezes mais rápida do que gostaríamos. É preciso estar atento para perceber esse movimento sutil que se esconde nas esquinas dos dias, essa rotina onde tudo parece estar sempre igual, mas, ao olharmos para trás, tudo mudou.⁠

Subitamente, você se torna parte das estatísticas de sucesso da espécie humana: veja, ele chegou aos 70, 80, 90. Sempre tão lúcido, poucos diagnósticos em sua conta - motivo de celebração legítima. A tal da longevidade, massivamente falada nos meios midiáticos como um objetivo em comum e uma garantia graças ao avanço da ciência, chega para muitos com uma sensação "repentina".⁠

De repente, sou mais velho. Como pode se ainda me lembro de tudo como se fosse ontem? É essa a beleza: ir cuidando do que lhe cabe, do que lhe é possível, sem esperar tanta coisa em troca e, por não esperar, receber. Cuidar de si como quem cuida de um bem valioso e caro, com a certeza de ser sua principal e eterna companhia, e assim, de forma leve, alçar voos distantes.⁠

Viva essa jornada tão intensa, única e tão cheia de beleza. E viva todos os longevos que guardam dentro de si parte do segredo do universo.

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31 de Outubro de 2019


Quando envelhecemos, manter o mesmo peso corpóreo da vida adulta pode ser um desafio, mesmo se comemos menos e nos exercitamos mais. Mas não desanime - é manter a forma com o avanço da idade. A obesidade já atinge 18,9% dos brasileiros, enquanto o sobrepeso afeta mais da metade da população do país (54%), de acordo com dados do Ministério de Saúde divulgados em 2018.

Trata-se de um grave problema de saúde pública, que eleva o risco de diabetes tipo 2, doenças cardíacas, derrames e certos tipos de câncer. Um dos motivos para ganharmos peso à medida que envelhecemos é porque perdemos massa muscular a partir dos 40 anos, de acordo com Donald D. Hensrud, professor associado de medicina preventiva e nutrição da Clínica Mayo, nos Estados Unidos.

Esse processo diminui a nossa taxa metabólica basal, ou seja, a queima de calorias em repouso. Quanto menor a taxa metabólica, menos calorias queimamos. Além disso, a atividade física espontânea e o exercício intencional também costumam diminuir com a idade, afirma Hensrud.

Jessica Murgueytio, nutricionista da Associação Médica Bethesda, nos Estados Unidos, concorda. “A primeira coisa que recomendo aos meus pacientes para emagrecer é treinar com pesos dois ou três dias por semana. Esses exercícios diminuem a perda de massa muscular associada à idade, chamada de sarcopenia”, diz ela. Murgueytio também sugere que seus pacientes associem essa rotina a um ou dois dias de exercícios cardiovasculares e caminhem 10.000 passos diariamente.

Alterações hormonais

O declínio da testosterona nos homens e do estrogênio e da progesterona nas mulheres também podem afetar o peso. No entanto, de acordo com Hensrud, é erro imaginar que as mulheres na pós-menopausa engordem mais que os homens. A diferença é que nelas o peso tende a se redistribuir mais rapidamente, em geral no abdômen. Murgueytio adverte que, se o exercício e a massa muscular diminuem, é importante compensar cortando calorias.

"Encorajo meus pacientes a controlar o tamanho das porções e ingerir alimentos menos calóricos, como frutas e vegetais, que ainda fornecem nutrientes importantes para a vitalidade e a prevenção de doenças”, aponta. A boa notícia é que o ganho de peso parece se estabilizar após meados dos 60 anos, em parte porque as pessoas costumam comer menos quando envelhecem, diz Hensrud. "Embora a atividade física provavelmente continue diminuindo ao longo da vida, a ingestão de energia [calorias] também tende a cair nos idosos."

Fonte: Por Marlene Cimons, para The Washington Post
Síntese: Equipe Plenae
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