Para Inspirar

A décima quarta temporada do Podcast Plenae está no ar!

Venha conhecer um pouco mais sobre cada um dos seis participantes, que se inscreveram e tiveram suas histórias selecionadas!

12 de Novembro de 2023


A décima quarta temporada do Podcast Plenae está para começar! Apertem os seus cintos e aproximem seus fones no ouvido, porque esse mergulho promete ser intenso e inesquecível. 

Depois de uma seleção criteriosa e centenas de histórias bonitas, a equipe Plenae escolheu as seis representantes dos nossos pilares para dar voz a essa temporada. O esquema você já conhece: cada personagem representa um pilar Plenae e narra sua trajetória, com o objetivo de inspirar a sua também. 

Nesses próximos dias, você conhecerá o relato potente de Luciane Zaimoski que, representando o pilar Mente, contou sobre os aprendizados que colheu depois de um acontecimento com o seu filho que mudou a sua vida. O médico Fernando Korkes representa o pilar Propósito e conta como encontrou o seu próprio quando se viu do outro lado da mesa: o de acompanhante de um paciente. 

Aline Borges, sobrevivente de uma síndrome rara e representante do pilar Espírito, relembra sua experiência de quase morte e como essa situação a conectou definitivamente com o divino. Em Relações, nos emocionamos com a história de amor que Bella Santoyo nos traz e como vidas que se cruzam possuem a força de mudar todo um destino. 

Regis Adriano nos prova que se não tudo, muita coisa é possível quando se tem foco no objetivo final. Ex-usuário de drogas, ele representa o pilar Corpo e nos marca para sempre com o seu testemunho. Para finalizar a temporada, conhecemos a resiliência de Emar Batalha, que insistiu em dar a volta por cima mesmo quando a tempestade parecia vencer - e, por isso, representa o pilar Contexto.

Uma coisa é fato: a cada final de temporada, voltamos diferentes, mudados e melhorados. Esse é o poder que ouvir o que o outro tem para falar pode exercer em todos nós. Aperte o play e inspire-se!

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Para Inspirar

Cientistas conseguem ‘retificar’ pulmões

A estrutura do órgão, semelhante à de uma árvore – cheia de ramos –, otimiza a eficiência da troca de gases, mas, infelizmente, também faz com que o transplante ​​seja quase impossível.

28 de Junho de 2018


Quando um motor de carro começa a dar problemas, os mecânicos costumam fazer uma retífica, ou seja, reajustam algumas peças para a máquina rodar mais quilômetros. Cientistas da Universidade da Columbia descobriram que é possível fazer um processo muito similar nos pulmões. Órgão com uma engenharia anatômica intrincada, formado por 40 tipos de células embutidas em uma matriz delicada, flexível e potente, bombeia continuamente oxigênio na corrente sanguínea para uma área comparável ao tamanho de uma quadra de tênis. A estrutura, semelhante à de uma árvore – cheia de ramos –, otimiza a eficiência da troca de gases, mas, infelizmente, também faz com que o transplante ​​seja quase impossível. O problema. Anteriormente, os cientistas retiravam as células doentes e inflamadas e ressuscitavam a matriz vazia com enxerto de células saudáveis. O problema é que, além de ser um procedimento difícil, muitas vezes os ramos de vasos sanguíneos ficavam completamente destruídos. Sem sangue para fornecer nutrientes, o processo falhava. “Ao invés de removermos todas as células de um pulmão doador, pensei que poderíamos limpar suavemente apenas as células doentes nas vias aéreas, sem tocar nas da circulação sanguínea”, diz Gordana Vunjak-Novakovic, da Universidade de Columbia. A equipe dela foi em frente e usou células epiteliais humanas saudáveis – e não as do sistema sanguíneo, como antes–, que formam as vias aéreas, para fazer o enxerto em pulmões de ratos. As células estrangeiras aproximaram-se da localização correta, se encadearam e prosperaram. O estudo foi publicado em agosto de 2017 com o título uma " abordagem radicalmente nova " para a bioengenharia de pulmões: montando novas estruturas, mas mantendo os vasos sanguíneos intactos. “Como a falência pulmonar geralmente decorre de células doentes do epitélio”, diz o autor do estudo Valerio Dorrello, “esse novo método permite regenerar os pulmões tratando apenas as células lesadas”. Leia o artigo completo aqui.

Fonte: Shelly Fan Síntese: Equipe Plenae

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