Coloque em prática

Viajar promove benefícios à saúde mental

Viajar, seja por algumas horas para fora da cidade, seja por bastante tempo para um país distante, promove benefícios para a saúde mental e para a vida pessoal e profissional.

27 de Novembro de 2018


Você já se sentiu preso em sua rotina, como um hamster correndo em uma roda? Mesmo que você esteja feliz com o seu cotidiano, as tarefas diárias podem fazer com que deixemos de enxergar a beleza da vida e valorizar os aspectos que realmente importam.

Viajar, seja por algumas horas para fora da cidade, seja por bastante tempo para um país distante, promove benefícios para a saúde mental e para a vida pessoal e profissional. Conheça seis deles!

Cultivar a tolerância

Ao sair de casa, você é empurrado para fora de sua zona de conforto. Seu explorador interior vai visitar prédios icônicos, provar comidas, conhecer culturas, praticar idiomas e aprender a aceitar uma cultura diferente. Como resultado, você retorna do passeio com uma visão ampliada do mundo e, possivelmente, mais tolerante.

Comunicar-se

Viajar nos obriga a aprender a se locomover, comunicar-se e comportar-se em outras culturas. Para passear, precisamos pedir instruções, falar com o agente no balcão da companhia aérea e negociar com comerciantes locais. Você pode se surpreender com o aprendizado que essas conversas lhe trarão.

Fortalecer relacionamentos

Viajar ensina muito sobre si mesmo e também sobre o seu parceiro (ou parceiros) de estrada. Com família, amigos ou cônjuge, dividimos as alegrias e percalços da jornada. O vínculo pode se fortalecer, ou mesmo se romper, durante o tour.

Trazer felicidade

As pessoas ficam mais felizes quando planejam férias, segundo um estudo da Universidade de Surrey, na Inglaterra. De acordo com a pesquisa, os indivíduos também se sentem mais positivos sobre sua saúde, situação financeira e qualidade de vida em geral ao programar uma viagem.

Aliviar o estresse

Longe de casa, esquecemos das nossas tarefas diárias e nos concentramos no momento presente. Ter uma pequena lista de atividades divertidas no roteiro de viagem pode promover experiências inesquecíveis.

Aumentar a criatividade

A criatividade está diretamente relacionada a neuroplasticidade, isto é, a capacidade do cérebro de criar novas conexões neurais. Ao mudar de ambiente, podemos formar novos caminhos neuronais, aumentando a criatividade.

Leia o artigo completo aqui.
Fonte: Kristen Fuller
Síntese: Equipe Plenae

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Coloque em prática

Novo estudo revela 5 tipos de bebedores problemáticos

Identificar em que momento o nível de consumo de álcool passa a ser um problema é um desafio clínico, uma vez que tolerância, comportamento e definições pessoais de aceitabilidade são variáveis.

29 de Novembro de 2018


Identificar em que momento o nível de consumo de álcool passa a ser um problema é um desafio clínico, uma vez que tolerância, comportamento e definições pessoais de aceitabilidade são variáveis. Um novo estudo , publicado nesta semana no periódico Alcohol & Alcoholism , detectou cinco subgrupos de bebedores considerados problemáticos. A partir dessa divisão, poderá se tornar mais fácil fazer o diagnóstico do distúrbio e adequar o tratamento do paciente. O estudo baseou-se em dados de 5.400 usuários entre 18 e 64 anos. Cada indivíduo relatou pelo menos dois dos 11 sintomas de transtorno por uso de álcool no último ano - o suficiente para receberem o diagnóstico clínico do problema. Esses sintomas incluíam beber mais do que o pretendido, lutar para reduzir os efeitos colaterais físicos ou sintomas de abstinência do álcool e interferência da bebida na vida pessoal ou profissional. A partir das respostas, os pesquisadores dividiram os bebedores em cinco classes:
  1. “Somente efeitos adversos” - Classificação mais comum, identificada em 34% dos voluntários. Eles declararam ter tido ressaca ou sintomas de abstinência relacionados ao consumo excessivo, mas poucos outros problemas. Essa classificação foi mais prevalente entre adultos jovens.
  2. “Lesão induzida pelo álcool” – Em segundo lugar na prevalência, presente com 25% dos entrevistados. Essas pessoas praticam atos como dirigir, nadar ou fazer sexo sem proteção sob influência do álcool. O comportamento foi mais comum entre adultos mais velhos, atingindo o pico por volta dos 58 anos.
  3. “Altamente problemático, baixa interferência percebida na vida” – Terceiro grupo, identificado em 21% da amostra. Esses indivíduos relataram muitos sintomas de consumo problemático. Os jovens adultos compunham uma porcentagem desproporcionalmente alta dessa classe, talvez porque, especialmente universitários, beber é parte importante de suas vidas sociais.
  4. “Dificuldade de redução” – Segundo o estudo, 13% dos entrevistados se enquadravam na categoria com baixa prevalência da maioria dos sintomas, mas com dificuldade para reduzir o consumo de álcool. Adultos com mais de 53 anos eram mais propensos a cair neste grupo.
  5. “Altamente problemático” - O menos comum, porém mais grave, abrange 7% dos entrevistados. Trata-se de indivíduos com alta probabilidade de relatar todos os sintomas associados ao transtorno de uso de álcool, incluindo efeitos negativos em suas vidas e saúde. Seu pico é aos 48 anos.
“Muitas pessoas relacionam transtorno de uso de álcool com alguém na classe ‘altamente problemática’”, diz a coautora do estudo, Ashley Linden-Carmichael, professora assistente da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos. “Mas esse não é o caso. O distúrbio está presente em todas as categorias.” Leia a reportagem completa aqui . Fonte: Jamie Ducharme Síntese: Equipe Plenae

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