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Saiba identificar amizades e ser um bom amigo

As amizades são importantes para o nosso bem-estar físico e mental

13 de Novembro de 2019


Os amigos têm um impacto maior no nosso bem-estar psicológico do que os relacionamentos familiares. Por que, geralmente, colocamos as demandas da família e do trabalho à frente dos nossos amigos? Embora tenhamos que lembrar que as amizades sofrem uma agitação natural à medida que nossas vidas mudam, algumas acabam simplesmente porque as negligenciamos.

É claro que grandes vínculos podem suportar esses altos e baixos, mas imagine como eles seriam se fossem nutridos como merecem. Aqui estão algumas sugestões para ser um amigo melhor.

Fortaleça seus “vínculos fracos”.
Nossas redes sociais casuais são maiores do que pensamos. Geralmente, temos conexões fugazes com nossos vizinhos, o garçom do bar e os colegas da academia. O sociólogo Mark Granovetter chama esses relacionamentos de "laços fracos". O nome, no entanto, é um pouco enganador.

Os benefícios desses relacionamentos superficiais podem ser grandes. Eles oferecem oportunidades de networking e nos fazem sentir mais conectados a outros grupos sociais. Um estudo de 2014 descobriu que, quanto mais laços fracos uma pessoa tem, mais feliz ela se sente.

Manter essa rede de conhecidos também contribui para o sentimento de pertencer a uma comunidade, descobriram os pesquisadores. A boa notícia é que não é preciso muito esforço para cultivar esses relacionamentos superficiais. Muitas vezes, basta fazer contato visual, sorrir e trocar algumas palavras (desligue o telefone e converse com o outro!).

Cultive suas amizades ativas,
ou seja, aquelas com que compartilhamos valores semelhantes e uma conexão mais profunda. Se você não tem certeza de quem são esses indivíduos na sua vida, a socióloga Anna Akbari, pesquisadora do tema, sugere que você se pergunte: Com quem eu aprendo? Quem me desafia? Em quem posso confiar? Com quem encontro alegria?

Programe eventos.
Quando a vida fica agitada por causa de exigências familiares ou profissionais, suas amizades tendem a ser as primeiras a sofrer. Porém, se você programar encontros regularmente, suas amizades permanecerão fortes, independentemente dos desafios à frente.

Encontre 5 minutos na rotina.
Nossos amigos são mais compreensivos e menos exigentes do que a maioria das pessoas ao nosso redor. Reserve cinco minutos para ligar ou enviar uma mensagem de texto.

Exercite-se acompanhado.
Agendar exercícios com um amigo é uma ótima maneira de se manter conectado e tem o bônus adicional de aumentar o seu bem-estar físico. Pode ser uma caminhada semanal ou uma corrida duas vezes por semana - o que for necessário para colocar vocês dois no mesmo espaço com tempo para conversar.

Leve um convidado para uma aula
. Temos um tempo limitado para nossos hobbies e nossos amigos; por que não nutrir as duas necessidades ao mesmo tempo e trazer um amigo para a diversão? Se você se inscreveu em uma aula de arte, decoração de bolos ou culinária, convide seus amigos para acompanhá-lo. E se você receber um convite semelhante, basta dizer sim, mesmo que seja um novo hobby que você ainda não tenha experimentado.

Fonte: Tara Parker-Pope, para The New York Times
Síntese: Equipe Plenae
Leia o artigo original aqui.

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Como tornar a comunicação mais efetiva?

Essas dicas podem ajudar a transformar suas relações mais sólidas e diminuir o ruído em suas comunicações

14 de Julho de 2022


A comunicação é um dos principais pilares de uma boa relação interpessoal. Ela pode ser até mesmo uma linguagem de amor para algumas pessoas, como explicamos neste artigo. Dentro dessa teoria, são as chamadas “palavras de afirmação”, ou seja, pessoas que gostam de elogiar o parceiro como forma de demonstrar o seu carinho, exaltando todas as suas atitudes e atributos. 


Algumas perguntas simples podem ajudar a fortalecer seus laços, como te contamos aqui. E, por fim, é importante estar atento ao seu tom, afinal, a comunicação não-violenta é prática importante para manter seus dias mais leves e seus objetivos mais assertivos. 


Mas a fim de melhorar cada dia mais a sua capacidade de se expressar, nos inspiramos em um artigo do portal Thrive para que a sua comunicação se torne mais efetiva em poucos passos. Confira a seguir! 


“Me diga mais”


Para uma das participantes da comunidade Thrive, frases como, 'Conte-me mais...' ou 'O que você está tentando alcançar e como posso ajudá-lo?' criam o sentimento de inclusão e parceria para facilitar uma comunicação bidirecional. Isso traz mais confiança e torna a comunicação mais aberta.


“Me ajude a entender”


Essa é uma frase poderosa que cria um diálogo, permitindo que todas as partes se sintam ouvidas. Para a comunidade Thrive, ela ajuda a estabelecer melhores linhas de comunicação, resolver conflitos e colocar as pessoas na mesma página.


“Obrigada por compartilhar”


Finalizar um diálogo com essa frase é capaz de definir o tom para um espaço respeitoso e seguro para uma conversa franca no futuro. Ela também é capaz de trazer mais clareza e respeito às ideias adversas, mesmo quando não forem compatíveis com as suas, afinal, o outro que fala também merece ser ouvido.


“Gostei do que você disse sobre…”


“Para me comunicar de forma eficaz, uso o que chamo de regra dos 10%. Não importa o que está sendo dito por alguém, é provável que haja pelo menos 10% com os quais você possa concordar, achar que é uma boa ideia ou simplesmente um ponto de partida”, diz John Kenny, participante da comunidade Thrive.

Para ele, manter isso em mente traz muitos benefícios, pois garante que você esteja ouvindo o que a outra pessoa está dizendo e não a esteja descartando imediatamente. A outra pessoa se sente ouvida e validada enquanto você está respondendo de forma positiva e construtiva. A ideia aqui é focar no que você pode concordar, em vez de focar no que você não concorda.


“Vou parar de falar e ouvir da sua perspectiva”


Muitas vezes, as pessoas só querem ser ouvidas. Isso pode acontecer com você amanhã. Além disso, como te explicamos neste artigo, a empatia é atitude passível de ser aprendida, e isso pode começar de pequenas coisas, como se colocar no lugar do outro. Verbalizar isso pode tornar o ambiente mais seguro, um convite ao diálogo, sobretudo em interações digitais onde a comunicação corporal é mitigada.


“Eu ofereceria…”


No lugar de impor, colocar a proposta como uma oferta abre para a conversa, para a negociação e para tornar a troca mais acolhedora. Isso pode se tornar ainda mais efetivo se a sua visão for oposta a do outro que está falando, ou se esse outro está nervoso/ansioso.  


Comece a colocar em prática ainda hoje essas dicas, seja no seu relacionamento amoroso, familiar ou de trabalho. Não importa a modalidade, o que importa é ser ouvido e também saber ouvir, se expressando de maneira afetuosa sem deixar de ser assertivo. 

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