Coloque em prática

Conheça a dieta do envelhecimento saudável

Novas evidências sugerem que dieta com benefícios importantes para o seu corpo e cérebro também pode promover uma vida longeva saudável

14 de Junho de 2019


Ter uma alimentação saudável é simples. Basta consumir mais vegetais, frutas e proteínas. E ingerir menos carboidratos processados, que seriam substituídos por alimentos integrais. Segundo um número crescente de pesquisadores, essa seria a forma de maximizar as chances de desfrutar de um envelhecimento saudável .

Há uma variedade de nomes para este tipo de alimentação, dentre eles, “dieta mediterrânea” e “dieta à base de plantas”. A essência é a mesma. A alimentação gira em torno de vegetais, incorpora alguns tipos de proteína e gordura, e limita bastante os alimentos processados e os carboidratos refinados, como os encontrados em enlatados e pães brancos – que são trocados por integrais.

Na prática

Os estudos sugerem um prato repleto de vegetais, como espinafre, tomate e feijão, acrescido de proteínas e gorduras provenientes de salmão, nozes e ovos. Perda de peso, fortalecimento do coração e diminuição dos sintomas depressivos são alguns dos benefícios percebidos a curto e médio prazo.

Pesquisadores do Instituto Neuromed, da Itália, descobriram que os adeptos da dieta mediterrânea apresentaram menor probabilidade de desenvolver doenças do que seus pares que não aderiram à mesma alimentação. “Quanto mais você seguir a dieta, maior será o ganho em termos de redução do risco de mortalidade”, disse Licia Iacoviello, chefe do Laboratório de Biologia Molecular e Epidemiologia Nutricional, do Instituto Neuromed, em um comunicado à imprensa.

O estudo analisou cerca de 12 mil pessoas e descobriu que a dieta mediterrânea pode ser um escudo protetor do envelhecimento saudável. Os resultados foram publicados no British Journal of Nutrition, da Universidade de Cambridge.

Leia o artigo completo aqui.
Fonte: Erin Brodwin, para Business Insider
Síntese: Equipe Plenae

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Coloque em prática

Ter um cão melhora a saúde do coração

Quem já teve cachorro sabe o quanto o animal desperta alegria, afetividade e brincadeiras.

17 de Julho de 2018


Grupo de pesquisadores suecos encontrou evidências estatísticas de que a convivência com os cães faz bem à saúde do homem. Quem já teve cachorro sabe o quanto o animal desperta alegria, afetividade e brincadeiras. Estimula hábitos saudáveis – como caminhar e socializar com a vizinhança. “O cachorro pode funcionar como muleta social”, diz o autor principal do estudo, Tove Fall, epidemiologista da Universidade de Uppsala, na Suécia.

A pesquisa

Na Suécia, todos os cães são registrados na Junta Sueca de Agricultura e identificados por número com tatuagem na orelha ou chip subcutâneo. Os pesquisadores levantaram dados demográficos de 3,4 milhões de pessoas com idades entre 40 e 80 anos. Descartaram aqueles com registro de doenças cardíacas.

Os dados foram cruzados com Registros de Causa Morte de 2001 a 2014. Controlaram idade, sexo, estado civil, renda e outros fatores. Os donos de cães apresentaram risco de morte diminuído em 20%, em geral, e em 23 % por motivo de doenças cardíacas. O estudo completo publicado no fim de 2017 está aqui.

Influência da raça

Donos de Pointers Ingleses (ou Perdigueiros) e de Retrievers apresentaram melhores resultados. Isso pode significar que os benefícios podem variar de acordo com as raças, segundo Fall. Este não foi, no entanto, um estudo de causa e efeito. Leia o artigo original aqui. Uma série de estudos anteriormente publicados já apontavam para a diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares. Destaca-se o da Associação Americana de Cardiologia, realizado em 2013.

Fonte: Nicholas Bakalar
Síntese: Equipe Plenae

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